O Bolsa Família é um programa social que atende a cerca de 18,84 milhões de pessoas no país, mas alguns beneficiários acabam ficando sem o pagamento mensal por conta de um erro simples. A pessoa que estiver com os dados desatualizados no sistema do Cadastro Único, o CadÚnico, podem ter o benefício suspenso.
O Governo Federal só libera o pagamento mediante o cruzamento automático dos dados no sistema. Ou seja, o valor não será enviado caso o beneficiário esteja com alguma informação errada, como alteração de endereço, mudança de renda, troca da escola das crianças, entre outras situações. No entanto, essa divergência pode ser facilmente resolvida.

Para regularizar o sistema, o beneficiário precisa comparecer ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do bairro em que vive e atualizar o cadastro sempre que houver alguma mudança no ciclo familiar. O programa dá preferência a quem está em situações de vulnerabilidade social, como pessoas que moram nas ruas, famílias indígenas e quilombolas, catadores de material reciclável e resgatados de trabalho análogo ao escravo.
Sistema do Bolsa Família precisa estar sempre atualizado
O valor base de pagamento é de R$ 600 por mês, mas muitas famílias recebem complementos extras. Para que o repasse das verbas não seja interrompido, é importante seguir os critérios estabelecidos pelo Governo Federal, como manter a vacinação e o pré-natal em dia, assim como garantir a frequência escolar mínima de crianças e adolescentes.
Após a pausa para o feriado prolongado de Carnaval, o cronograma do Bolsa Família para fevereiro voltou a ser seguido na quarta-feira (18). Neste mês, o Governo Federal estipula o pagamento de cerca de R$ 13 bilhões para o programa social, com um valor médio recebido pelas famílias de R$ 690,01, já levando em conta os adicionais.


