Com a chegada da Páscoa, período marcado por viagens e encontros familiares, o fluxo nas rodovias brasileiras aumenta significativamente e, junto com ele, a fiscalização. Durante o feriado prolongado, erros comuns ao volante podem pesar no bolso e até levar à suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), especialmente em casos de reincidência no trânsito.
Entre as infrações mais graves está dirigir sob efeito de álcool, conduta que compromete a capacidade de reação e coloca vidas em risco. Mesmo pequenas quantidades já são suficientes para gerar penalidades severas. Na mesma linha, a recusa em realizar o teste do bafômetro também resulta em punição automática, com as mesmas consequências aplicadas a quem dirige alcoolizado. A Lei Seca costuma ser intensificada nessas datas.

Outra prática perigosa é a participação em “rachas”, as corridas ilegais em vias públicas. Embora seja menos frequente, ainda ocorre, principalmente, em locais com menor fiscalização, o que representa um alto risco de acidentes. Além disso, manobras perigosas, como “cavalo de pau”, arrancadas bruscas e exibições ao volante, também entram na lista de infrações gravíssimas.
Feriado da Páscoa costuma ter mais blitz no trânsito
Todas essas condutas geram multa de R$ 2.934,70. No entanto, caso o motorista volte a cometer qualquer uma delas dentro de um período de 12 meses, o valor dobra e pode chegar a R$ 5.869,40, além da aplicação de outras penalidades administrativas aos condutores dos veículos.
Durante a Páscoa, o risco de reincidência aumenta devido ao maior número de veículos nas estradas e às confraternizações. Por isso, autoridades intensificam as blitz e o uso de bafômetros. A orientação é direta: respeitar as leis de trânsito é fundamental não apenas para evitar multas, mas principalmente para preservar vidas.



