Após verificar todas as candidaturas, a FIFA escolheu os Estados Unidos para ser uma das três sedes da Copa do Mundo de 2026, ao lado de México e Canadá. No entanto, mesmo que o torneio esteja próximo de ser iniciado, o presidente Donald Trump intensificou as restrições da entrada de estrangeiros de algumas nações em território estadunidense.
A decisão foi anunciada pelo Departamento de Estado da federação, com a justificativa de que o objetivo central é garantir a segurança nacional. Esse protocolo adotado afeta diretamente visitantes de 19 países, que projetavam desembarcar na “Terra do Tio Sam” para acompanhar o principal torneio de seleções do planeta entre 11 de junho e 19 de julho.

Mas, afinal, quais são os países proibidos?
- Ásia: Afeganistão | Mianmar (Birmânia) | Irã | Líbia | Iêmen | Laos | Turcomenistão.
- África: Chade | República Democrática do Congo | Guiné Equatorial | Eritreia | Somália | Sudão | Burundi | Serra Leoa | Togo.
- América do Norte: Haiti | Cuba.
- América do Sul: Venezuela.
Ainda que a política de restrição seja rigorosa e questionada por milhares de pessoas, o governo norte-americano não descarta tratar cada pedido de visto de forma individual. Porém, é válido destacar que a aprovação depende do cumprimento de critérios específicos, incluindo verificações de antecedentes e controle de identidade.
Ingressos para a Copa do Mundo serão perdidos?
Milhares de torcedores adquiriram ingressos em função do torneio organizado pela FIFA, que contará pela primeira vez com três países-sede e 48 seleções em disputa. No entanto, as autoridades estadunidenses esclareceram que possuir os bilhetes para os jogos não assegura a entrada nos EUA. Todos os estrangeiros devem obter um visto válido ou autorização pelo ESTA (Electronic System for Travel Authorization).
Segundo as autoridades, as exceções existem, mas são raras. Por sua vez, geralmente são aplicadas a viagens consideradas de interesse nacional. Contudo, o Departamento de Estado reafirma que as restrições à entrada de estrangeiros no país visam proteger interesses nacionais, especialmente em meio à chegada da Copa do Mundo, exigindo um controle maior na fiscalização.

