A Carteira de Identidade Nacional (CIN) avança em todo o país e já ultrapassou a marca de 55 milhões de emissões. O documento foi criado para unificar a identificação dos cidadãos brasileiros utilizando o CPF como número único de registro. Além de modernizar o sistema, a mudança estabelece novos prazos de validade conforme a idade do titular.
Embora a emissão da CIN esteja em expansão, o antigo Registro Geral ainda continua válido por vários anos. O governo federal definiu um período de transição para que a população possa realizar a substituição sem necessidade de correria. A expectativa é que a nova identidade se torne o principal documento de identificação nacional.
Quando será necessário trocar o documento
De acordo com as regras em vigor, o RG tradicional poderá ser utilizado até 28 de fevereiro de 2032. A partir de 1º de março daquele ano, a Carteira de Identidade Nacional passará a ser o documento obrigatório para identificação civil em todo o território brasileiro.
A validade da CIN varia conforme a faixa etária. Crianças com menos de 12 anos terão documento válido por cinco anos. Já cidadãos entre 12 e 60 anos precisarão renovar a identidade a cada dez anos. Para pessoas acima dos 60 anos, a validade é indeterminada.
O que muda com a nova carteira
A principal inovação está na adoção do CPF como identificador único nacional. Com isso, diferentes bases de dados poderão ser integradas, reduzindo inconsistências cadastrais e aumentando a segurança na identificação dos cidadãos. A medida também facilita o acesso a serviços públicos e benefícios sociais.
Outra novidade é a possibilidade de reunir informações adicionais no documento. Dados relacionados à Carteira Nacional de Habilitação, Carteira de Trabalho e Número de Identificação Social podem ser vinculados à versão digital da identidade. Isso permite maior praticidade no dia a dia dos usuários.
