Nos últimos dias, o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) lançou a edição do levantamento de nomes registrados em todo o país. Embora os nomes bíblicos tenham despontado como os mais comuns, alguns chamaram a atenção por tamanha peculiaridade. Para entender o desnível apresentado, “Dengue” faz parte do sobrenome de 29 pessoas, sendo todas elas residentes no Mato Grosso do Sul.
Responsável por vitimar milhares de pessoas anualmente, a doença virou marca registrada de um grupo seleto que vive em Campo Grande. De acordo com o Censo, por estarem situadas no mesmo município, tudo indica que integram o mesmo seio familiar. No entanto, no Reino Unido e Canadá, o sobrenome também foi evidenciado.

A incidência mostra que as pessoas estão deixando de lado nomenclaturas convencionais para tornar nomes únicos um marco pessoal. A título de curiosidade, o termo “Dengue” pode significar ‘manha’, ‘afetação’, ‘melindre’ e outros semelhantes, referindo-se ao estado que a doença causa. O problema infeccioso febril agudo é transmitido pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti, que pode se apresentar de forma benigna ou grave.
Dengue não é a única doença registrada no Brasil
A população brasileira tem um vasto repertório cultural, social e biológico, mas, acima de tudo, o carisma de seus habitantes torna a imersão dos visitantes ainda mais prazerosa. Mostrando que tudo é motivo para gozação, vários nomes de doenças fazem parte do registro de nascimento de alguns indivíduos. Portanto, “Dengue” é apenas uma dentre centenas de enfermidades.
Confira os casos:
- Herpes: 186 registros;
- Gripe: 357 registros;
- Câncer: 131 registros;
- Verme: 36 registros;
- Parkinson: 21 registros;
- Zica: 1667 registros.
É válido destacar que o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística não disponibiliza a consulta de todas as nomenclaturas. Sendo assim, para que apareçam nos registros, os nomes precisam ter frequência maior ou igual a 20 para todo o Brasil.





