Santarém, localizado no Pará, apresenta diversas maravilhas que constantemente atraem visitantes de todos os lugares do mundo. Embora a cidade não tenha tanto prestígio quanto os demais municípios regionais, entrou no centro das atenções por conta de Alter do Chão. O distrito em questão foi eleito o mais fotogênico do Brasil, conforme publicações da Agência de Notícias do Ministério do Turismo.
Apelidada por seus moradores como “Caribe Amazônico”, a região concilia faixas de areia clara com o verde-azulado do rio Tapajós. Tomada por áreas de mata preservada, torna a visitação ainda mais exuberante, principalmente por oferecer como atrativos praias de água doce, florestas e comunidades tradicionais calorosas.

Como resultado dos passeios e paisagens de tirar o fôlego, a região passou a ganhar destaque nas redes sociais, chegando a estampar matérias de revistas especializadas em turismo. A visibilidade ganha um destaque ainda maior com os prêmios internacionais, que projetaram Alter do Chão à condição de referência entre praias fluviais no Brasil.
Para quem se interessou em conhecer a região paraense, os atrativos mais conhecidos estão situados na Ilha do Amor, na Floresta Encantada e em pontos de observação para o Encontro das Águas entre Tapajós e Amazonas. Nessas regiões, os passeios são frequentes, envolvendo sempre roteiros marítimos durante o período de seca.
Mais detalhes sobre o destino mais fotogênico do Brasil
Segundo especialistas, entre agosto e dezembro, conhecido como “verão amazônico”, o nível do Tapajós baixa e revela bancos de areia que formam as praias em frente à vila. Por consequência, acontece a ampliação da Ilha do Amor. Em contrapartida, em meses de cheia, parcela dessas áreas fica submersa, alterando a dinâmica dos passeios e o visual.
Um outro detalhe que merece ser destacado no roteiro dos visitantes diz respeito aos serviços de trilhas em áreas de floresta, remadas por igarapés e visitas a lagoas de água clara compõem a experiência. Nesse percurso, os turistas podem conhecer as comunidades ribeirinhas da região do Tapajós e do Arapiuns, entendendo um pouco sobre as práticas de manejo, culinária regional e artesanato de base florestal.





