Eleito o homem mais rico do Brasil em 2010 pela revista Forbes, Eike Batista chegou a ostentar fortuna avaliada em 27 bilhões de dólares (R$ 143,8 bilhões na cotação atual). No entanto, seu império descendeu, motivando a decretação de sua falência. Por outro lado, mesmo sendo um dos varejistas mais conceituados do país, Luciano Hang, conhecido como “Véio da Havan“, está longe do protagonismo financeiro.
Conforme o último levantamento, o dono da rede varejista apresentou patrimônio de US$ 3,2 bilhões (R$ 17 bilhões). O detalhe curioso é que, mesmo no câmbio atual, os valores alcançados por Hang apresentam apenas um percentual reunido por Eike Batista em seu ápice. A diferença dos valores corresponde aos investimentos realizados pelos empresários.

Enquanto Luciano depositou todas as suas fichas na expansão da Havan, em pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e em recursos no exterior para se proteger da volatilidade do câmbio, o ex-bilionário teve uma nova visão de negócio. Sobretudo, Eike conseguiu prestígio mundialmente com a mineração, petróleo, gás, logística e energia.
Soberania da Havan
Em entrevista cedida ao influenciador digital Albertoni Cavalcante, Hang abriu o jogo sobre todos os detalhes de seu empreendimento. Pegando a todos de surpresa, o empresário explicou que a Havan fatura R$ 50 milhões diários, somando cerca de R$ 1,5 bilhão por mês e R$ 18 bilhões ao ano. Em contrapartida, segue cumprindo com suas obrigações governamentais, arcando com R$ 5 bilhões em impostos.
“O sucesso da Havan não está apenas nas pessoas de ‘dentro de casa’, mas cada fornecedor, com cada um de seus colaboradores, também faz parte desse resultado. Por isso, quero agradecer aos nossos clientes, colaboradores e fornecedores pela entrega de 2024”, explicou o visionário, que é amplamente conhecido como um dos maiores varejistas do Brasil.





