No último domingo (17), Nelson Piquet comemorou seu aniversário de 73 anos, mas um detalhe na celebração chamou a atenção dos internautas. Em registros publicados nas redes sociais, o tetracampeão mundial de Fórmula 1 aparece vestindo uma camisa com o rosto do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. Apesar dos questionamentos, a família não se posicionou sobre o ocorrido.
Apoiador declarado do antigo chefe de estado, Nelson decidiu comemorar mais um ano de vida mostrando seu lado político. Embora o representante do Partido Liberal (PL) esteja em prisão domiciliar por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), sua “presença” não deixou de ser notada na festa. A foto foi compartilhada por Marcelo Piquet, sobrinho do ex-piloto.

“Usando essa camiseta, com certeza terá um feliz aniversário! Que Deus o proteja e abençoe!”, escreveu um seguidor. “O melhor de todos os tempos. Parabéns Nelson Piquet, o mito das pistas”, disse outro. É válido destacar que ex-piloto já foi protagonista de episódios de destaque, como dirigir o carro presidencial no feriado de 7 de Setembro de 2021.
Entenda o motivo da prisão domiciliar de Bolsonaro
Investigado por supostamente ter orquestrado Golpe de Estado, o representante o político está em prisão domiciliar, utilizando tornozeleira eletrônica. Com duas semanas enclausurado e sem poder ter acesso ao celular e visitas, o ex-presidente foi surpreendido com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que entendeu o descumprimento das leis.
“Não há dúvida de que houve o descumprimento da medida cautelar imposta a Jair Messias Bolsonaro, pois o réu produziu material para publicação nas redes sociais de seus três filhos e de todos os seus seguidores e apoiadores políticos, com claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio, ostensivo, à intervenção estrangeria no Poder Judiciário Brasileiro”, destacou o ministro.
Em contrapartida, a defesa do ex-presidente alegou que “[Bolsonaro] não postou, não acessou suas redes sociais e nem pediu para que terceiros o fizessem por si”. No mais, os advogados Celso Vilardi e Paulo Amador da Cunha Bueno argumentam que a decisão de Moraes não proíbe entrevistas.





