A residência de Luciano Huck e Angélica, localizada no Joá, zona sul do Rio de Janeiro, é um exemplo claro de como o mercado imobiliário de luxo combina arquitetura, exclusividade e integração com a paisagem.
Com 1.500 m² de área construída em um terreno de 4.000 m², a propriedade avaliada em cerca de R$ 40 milhões se destaca tanto pelo tamanho quanto pela concepção arquitetônica. O imóvel foi projetado para unir conforto familiar e espaços amplos que comportam eventos ou hospedagens.
Erguida em uma área de baixa densidade urbana, a mansão tem vista panorâmica para a Pedra da Gávea, um dos cartões-postais mais icônicos do Rio. O projeto privilegia aberturas amplas e fachadas envidraçadas, o que cria uma sensação de continuidade entre interior e exterior.
Essa integração visual valoriza o entorno natural e amplia a iluminação dos espaços, tornando o imóvel um exemplo do conceito de arquitetura tropical contemporânea, que prioriza ventilação cruzada e convivência com o verde.

Arquitetura monumental e capela como destaque
Projetada pelo escritório Bernardes, referência em obras residenciais de alto padrão, a casa de Huck e Angélica inclui uma capela ecumênica que funciona como ponto de destaque dentro do terreno.
Esse espaço, reconhecido internacionalmente em 2016, reforça a proposta de um imóvel que vai além da moradia, assumindo também papel simbólico e cultural. A capela é cercada por jardins e voltada para a paisagem, o que a transforma em um dos elementos mais valorizados da propriedade.
O lazer é outro ponto central do projeto. A mansão abriga cinema, salão de jogos e uma piscina de 280 m², além de áreas de convivência que conectam varandas e salas por meio de painéis de vidro deslizantes.





