A residência de Angélica e Luciano Huck no Joá sintetiza as ambições do mercado imobiliário de alto padrão. Com 1.500 m² de área construída e terreno de 4.000 m², o imóvel de R$ 40 milhões combina escala monumental e integração paisagística, características que o tornam referência no segmento.
Instalada em um trecho do Joá com baixa densidade urbana e vista desimpedida para a Pedra da Gávea, a propriedade aproveita a geografia única da zona sul carioca. O projeto arquitetônico prioriza conexões visuais com o exterior através de vãos generosos e fachadas envidraçadas, estratégia que amplia a percepção de espaço e integra salas sociais aos jardins.
O programa de lazer inclui cinema, salão de jogos e piscina de 280 m² cercada por decks. A distribuição dos ambientes segue tendências do luxo residencial brasileiro, incorporando equipamentos antes restritos a clubes. A organização espacial separa áreas íntimas e sociais através de desníveis e percursos calculados, mantendo a privacidade sem comprometer a fluidez.
Capela ecumênica como elemento singular
Projetada pelo escritório Bernardes, a capela multiconfessional destaca-se no conjunto arquitetônico. Premiado internacionalmente em 2016, o espaço funciona simultaneamente como marco paisagístico e ativo cultural, reforçando o valor narrativo do imóvel.
Especialistas apontam que 70% do valor do imóvel deriva da localização privilegiada e dimensões do terreno. Os 30% restantes relacionam-se a elementos autorais como a capela e soluções arquitetônicas inovadoras. A escassez de lotes amplos com vistas abertas no Joá sustenta patamares de preço que ultrapassam R$ 30 mil por m² em avaliações de mercado.
Com 16 quartos e seis suítes, a residência equilibra uso familiar e recepções de grande porte. A cozinha integrada a varandas através de painéis de vidro e os jardins preservados permitem adaptar espaços conforme a ocasião.




