A NASA (Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço) iniciou, em 2023, uma das missões mais audaciosas de sua história ao lançar a sonda Psyche em direção ao asteroide homônimo, situado no cinturão entre Marte e Júpiter. Apesar de ter gerado questionamentos por parte da sociedade, a empreitada tem o interesse de subtrair metais valiosos, como ouro, platina e cobalto.
Para uma melhor compreensão, o estudo em função do 16 Psyche tende a revolucionar a forma como o espaço é enxergado. Isso porque o corpo celeste em questão está avaliado em impressionantes US$ 10 quintilhões (R$ 53,57 quintilhões na cotação atual). Seu prestígio econômico está diretamente ligado à formação dos minerais em seu interior.

De acordo com os cálculos dos estudiosos, a chegada da sonda está prevista para ocorrer no verão de 2029. A ideia é fazer com que a Psyche orbite o asteroide durante dois anos, chegando a apenas 75 quilômetros de sua superfície para coletar dados inéditos. Por sua vez, é válido destacar que a riqueza é apenas estimada, já que os cálculos precisos somente serão possíveis a médio prazo.
NASA estima valor astronômico em asteroide
Por sua vez, cientistas calculam que, se fosse viável minerar e transportar o conteúdo do asteroide, seu montante superaria em cem mil vezes o produto interno bruto global. Em outras palavras, a NASA teria sob posse o equivalente a US$ 100 trilhões (R$ 535,70 trilhões). O fator negativo é que as tecnologias atuais não permitem tamanha empreitada.
“Estou animada para ver o tesouro científico que Psyche irá desvendar como nossa primeira missão a um mundo metálico”, afirmou Nicola Fox, administradora do Diretório de Missões Científicas da Nasa. Para uma melhor compreensão, o asteroide, com cerca de 280 quilômetros de comprimento e 230 de largura, é considerado pelos cientistas como sendo composto entre 30% e 60% de ferro e níquel.





