Considerada um dos eletrodomésticos mais importantes de um imóvel, a geladeira apresenta vida útil estimada entre 10 e 15 anos. Porém, é comum que algumas pessoas adotem técnicas para que a produtividade possa ser estendida. Embora pouco conhecida, a metodologia envolvendo a presença de rolhas de cortiça em pontos estratégicos no interior do aparelho pode trazer resultados positivos.
A título de curiosidade, a inclusão de rolhas nas geladeiras está estritamente ligada ao potencial de economia de energia. Em outras palavras, por serem fabricadas com cortiça, garantem uma otimização da circulação do ar frio e da redução de odores no interior do eletrodoméstico. Além disso, o método contribui para uma melhor conservação dos alimentos.

É necessário depositar o item em espaços vazios dentro do equipamento, uma vez que significa que há menos ar a ser resfriado pelo motor. Sobretudo, a rolha atua como moderadora térmica, auxiliando a realocar o ar frio de forma mais uniforme para as áreas que mais precisam. Por fazer com que haja menor esforço do motor, a redução das contas de energia também é destacada.
Além de contribuir com a economia da energia, a cortiça natural possui uma estrutura com poros microscópicos que são capazes de absorver tanto a umidade quanto os odores. Portanto, o material evita que os alimentos frescos se deteriorem rapidamente dentro do refrigerador. Mas, afinal, qual o passo a passo do truque?
O recomendado é distribuir as rolhas nas prateleiras e nas gavetas que apresentam maior espaço vazio. Em contrapartida, é preciso tomar cuidado ao posicioná-las, uma vez que é necessário colocar os itens longe das saídas de ar frio para garantir que a circulação não seja obstruída.
Alertas em meio à eficiência da geladeira
Ainda que a metodologia evite a deterioração do aparelho e alimentos, é válido destacar que o truque caseiro não substitui a manutenção regular da geladeira, como a limpeza periódica, o degelo ou a checagem das borrachas de vedação das portas. Um outro detalhe é que, com o tempo, a cortiça perde sua eficácia e pode acumular umidade ou até mesmo bactérias. Assim, faz-se necessária a substituição a cada um ou dois meses.





