Considerado um dos maiores sucessos das décadas de 1980 e 1990, o refrigerante Slice, lançado originalmente pela PepsiCo em 1984, voltou a figurar nas prateleiras dos supermercados dos Estados Unidos. Apesar da euforia iminente, a marca passou por reformulações, sendo lançada com uma nova fórmula.
De modo geral, o Slice 2.0 segue a mesma proposta de sua comercialização inicial, priorizando o sabor clássico, mas sem deixar de se enquadrar às tendências deste século. Contudo, é válido destacar que o refrigerante conta apenas com 5 gramas de açúcar por lata e adição de nutrientes essenciais, fatores que levantaram questionamento por parte dos consumidores.

Para uma melhor compreensão, o motivo por detrás da receita figura uma imposição do passado. Em resumo, a bebida ganhou destaque no cenário por ser a primeira a evidenciar 10% de suco natural de frutas, o que a tornou um símbolo de modernidade e frescor. Dessa vez, a ideia é cativar novos públicos, mas destacando a necessidade de reduzir os compostos industrializados, tal como o açúcar.
Para alegria dos norte-americanos, o Slice pode ser encontrado nas prateleiras dos supermercados nos sabores laranja, limão-lima, cola clássica e toranja spritz. Com mais de duas décadas fora dos holofotes, a bebida voltou à cena graças a uma parceria entre a PepsiCo e a Suja Life, empresa especializada em produtos naturais e orgânicos.
Brasileiros ligam sinal de alerta em meio à produção e refrigerante
Conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 800 milhões de adultos vivem com diabetes no mundo. Apesar de não ter cura, a doença pode ser controlada com uso de medicamentos e imersão em dietas. Embora sejam vendidos como produtos com zero açúcar, o refrigerante diet aumenta em 38% os riscos de enfermidade.
O setor alimentício passou a comercializar bebidas diet com adoçantes artificiais como uma forma de não descartar pessoas com diabetes do mercado. Contudo, uma pesquisa realizada pela Universidade Monash, na Austrália, mostrou que uma lata de refrigerante nessas configurações, quando consumida diariamente, dinamiza os riscos de diabetes tipo 2.
Por outro lado, os resultados mostraram que as bebidas adoçadas com açúcar aumentam as chances em 23%. A disparidade em questão é colocada na conta do aspartame (adoçante natural), já que consegue mudar o metabolismo da glicose. Além disso, o estudo salienta que o produto artificial também pode trazer outros tipos de impacto para a saúde.





