Embora apareça na maioria dos idosos, é possível que a artrose de quadril se torne um grande problema para pessoas mais jovens. Também chamada de coxartrose, a doença corresponde a um desgaste progressivo da cartilagem da articulação do quadril, que pode comprometer seriamente a mobilidade e a qualidade de vida.
Dentre os principais sintomas da artrose estão as dores na virilha ao caminhar, rigidez matinal nas pernas e dificuldade para calçar os sapatos, por exemplo. Embora os problemas listados sejam indicativos de que algo está errado no funcionamento de seu corpo, é necessário que um médico responsável seja procurado para a avaliação e diagnóstico completo.
Em suma, a doença acomete pessoas a partir dos 60 anos, mas pacientes mais novos podem apresentar os sintomas desde que possuam histórico familiar de artrose. Por sua vez, é válido destacar que acidentes que comprometam a região também podem potencializar o problema, tendo em vista o desgaste da cartilagem.
Ainda que o avanço tecnológico seja notório, não há cura para a artrose no quadril. Dessa forma, o avanço da doença pode acarretar em limitações ao caminhar, o que obriga a procura por médicos ortopedistas. Sobretudo, as dores são mais frequentes na região da virilha e na frente do quadril. Além disso, é comum que surjam na coxa, na lateral da bacia, nas nádegas e podem irradiar para a lombar.
Como tratar a artrose no quadril?
Se você apresenta histórico familiar em que a artrose se faz presente, é recomendado que o auxílio médico seja procurado com antecedência. O tratamento para o problema no quadril pode variar conforme o estágio da doença, mas, geralmente, inclui fisioterapia, medicação e mudanças no estilo de vida. Nos casos mais graves, a cirurgia de substituição da articulação por uma prótese total de quadril pode ser recomendada.
“A boa notícia é que os avanços da tecnologia tornaram essa cirurgia muito mais precisa e segura. Os maiores exemplos são os sistemas robóticos, que oferecem suporte ao cirurgião. Eles aumentam a precisão do posicionamento do implante e favorecem uma recuperação mais rápida e personalizada”, explica o médico ortopedista especialista em cirurgia de joelho e quadril, Mauro Meyer.





