Ausente dos holofotes midiáticos desde 2013, quando sofreu grave acidente ao esquiar, Michael Schumacher é considerado um dos maiores nomes do automobilismo. Enquanto instituía seu legado nas pistas de Fórmula 1, chegou a surpreender os fãs de desporto. A exemplo disso está a assinatura de contrato para atuar ao lado de Verstappen, na década de 90.
Para quem está imerso na modalidade, relembra que, em 1994, o alemão se uniu a Jos Verstappen, pai do atual campeão da Fórmula 1, Max Verstappen. No ano em questão, o neerlandês foi contratado como piloto de testes da Benetton, escuderia que já projetava Schumacher como um dos grandes talentos automobilísticos.

A parceria trouxe frutos positivos para a equipe, uma vez que a lesão sofrida por J.J. Lehto projetou Jos ao posto de segundo piloto. Como resultado do investimento, Michael Schumacher finalizou a temporada com o título mundial após atingir 92 pontos, enquanto Verstappen figurou na 10ª colocação com 82 pontos a menos que o heptacampeão.
Influência de Michael Schumacher
Embora nunca tenha erguido um título mundial em sua trajetória como piloto, Jos tem visto seu filho, Max, ser projetado como um dos maiores nomes da atualidade. Ao reviver alguns momentos nostálgicos de sua carreira, afirmou que muito do sucesso do herdeiro passa por Michael. Sobretudo, Michael costumava dar conselhos nos bastidores quando o piloto ainda era muito jovem.
“Frequentemente íamos ao kart com nossos filhos, Mick e Max. Michael não distinguia os dois. Se ele tivesse algo a dizer, dizia aos dois. É bem possível que Max tenha se beneficiado dessa experiência. Max tem muito em comum com Michael: intransigente nas pistas, mas doce, sensível e cuidadoso como pessoa”, comentou Jos, que foi companheiro de equipe do alemão.





