{"id":14571,"date":"2025-10-14T06:06:00","date_gmt":"2025-10-14T09:06:00","guid":{"rendered":"https:\/\/mix.correiodoestado.com.br\/?p=14571"},"modified":"2025-10-13T13:56:33","modified_gmt":"2025-10-13T16:56:33","slug":"vulcao-extinto-pode-ter-sido-o-primeiro-ponto-de-desembarque-dos-portugueses-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/vulcao-extinto-pode-ter-sido-o-primeiro-ponto-de-desembarque-dos-portugueses-no-brasil\/","title":{"rendered":"Vulc\u00e3o extinto pode ter sido o primeiro ponto de desembarque dos portugueses no Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Pico Cabugi, localizado em Angicos, no Rio Grande do Norte, \u00e9 um vulc\u00e3o extinto que mant\u00e9m sua forma original, e alguns historiadores sugerem que ele pode ter sido o primeiro ponto avistado pelos portugueses em 1500.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante s\u00e9culos, a narrativa tradicional apontou o Monte Pascoal, na Bahia, como o local do primeiro avistamento, mas pesquisas recentes questionam essa vers\u00e3o. Segundo a nova hip\u00f3tese, o litoral potiguar teria sido a primeira regi\u00e3o brasileira a ser notada pelos navegadores portugueses.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A proposta ganhou destaque com o trabalho do pesquisador Lenine Barros Pinto, autor do livro Reinven\u00e7\u00e3o do Descobrimento, publicado em 2012. Nele, Pinto argumenta que o Cabugi corresponde ao Monte Pascoal e que o munic\u00edpio vizinho de Touros seria, na realidade, o local hist\u00f3rico conhecido como Porto Seguro.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisa se apoia em an\u00e1lises de rotas mar\u00edtimas da \u00e9poca, descri\u00e7\u00f5es de cronistas e caracter\u00edsticas geogr\u00e1ficas do litoral nordestino. Esse novo olhar sugere que a hist\u00f3ria do descobrimento do Brasil pode ter sido mal interpretada por s\u00e9culos, mudando a localiza\u00e7\u00e3o considerada oficial do primeiro contato europeu.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"14573\" src=\"https:\/\/mix.correiodoestado.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Captura-de-tela-2025-10-13-135444.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-14573\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cr\u00e9ditos: Getty Images<br><\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Implica\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas e tur\u00edsticas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m do impacto hist\u00f3rico, a identifica\u00e7\u00e3o do Cabugi como ponto inicial de chegada dos portugueses traz repercuss\u00f5es tur\u00edsticas e culturais. O pico, situado a cerca de 140 km da costa, passa a ser considerado um patrim\u00f4nio relevante n\u00e3o apenas pela geologia, mas tamb\u00e9m pelo significado hist\u00f3rico potencial.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A preserva\u00e7\u00e3o do vulc\u00e3o e o incentivo ao turismo educacional podem fortalecer a economia local e aumentar o interesse por pesquisas arqueol\u00f3gicas e hist\u00f3ricas na regi\u00e3o. Isso cria oportunidades para desenvolver roteiros educativos e projetos de conserva\u00e7\u00e3o ambiental associados \u00e0 hist\u00f3ria do descobrimento do Brasil.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Pico Cabugi, localizado em Angicos, no Rio Grande do Norte, \u00e9 um vulc\u00e3o extinto que mant\u00e9m sua forma original, e alguns historiadores sugerem que ele pode ter sido o primeiro ponto avistado pelos portugueses em 1500.&nbsp; Durante s\u00e9culos, a narrativa tradicional apontou o Monte Pascoal, na Bahia, como o local do primeiro avistamento, mas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-14571","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-mix"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14571","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14571"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14571\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14610,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14571\/revisions\/14610"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14571"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14571"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14571"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}