{"id":16926,"date":"2025-10-30T08:48:00","date_gmt":"2025-10-30T11:48:00","guid":{"rendered":"https:\/\/mix.correiodoestado.com.br\/?p=16926"},"modified":"2025-10-30T01:34:17","modified_gmt":"2025-10-30T04:34:17","slug":"animal-dado-como-extinto-ha-260-anos-volta-a-ser-visto-em-florianopolis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/animal-dado-como-extinto-ha-260-anos-volta-a-ser-visto-em-florianopolis\/","title":{"rendered":"Animal dado como extinto h\u00e1 260 anos volta a ser visto em Florian\u00f3polis"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ap\u00f3s mais de dois s\u00e9culos desaparecidos, os bugios-ruivos (Alouatta guariba) voltaram a habitar Florian\u00f3polis. O feito, considerado um marco ambiental, foi resultado de um projeto de reintrodu\u00e7\u00e3o iniciado em mar\u00e7o de 2024, conduzido pelo Instituto Fauna Brasil em parceria com o Centro de Triagem e Reabilita\u00e7\u00e3o de Animais Silvestres de Santa Catarina (Cetras\/SC).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A esp\u00e9cie estava ausente da Ilha de Santa Catarina h\u00e1 cerca de 260 anos, devido \u00e0 ca\u00e7a e \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o de seu habitat natural. A iniciativa teve como principal objetivo restaurar as intera\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas da regi\u00e3o, gravemente afetadas pela perda de fauna ao longo dos s\u00e9culos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Antes da soltura, os animais passaram por um rigoroso processo de readapta\u00e7\u00e3o e foram vacinados contra a febre amarela, doen\u00e7a que representa uma das maiores amea\u00e7as aos primatas brasileiros. Estudos apontam que a ilha tem capacidade para abrigar at\u00e9 1.452 indiv\u00edduos, tornando-se um local prop\u00edcio para o repovoamento.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"16928\" src=\"https:\/\/mix.correiodoestado.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Foto-3-Bugio-Ruivo-DSC_5249-51-1200x800-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-16928\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cr\u00e9ditos: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Impacto ambiental e conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os bugios-ruivos desempenham papel essencial na dispers\u00e3o de sementes e na regenera\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o, fun\u00e7\u00f5es vitais para o equil\u00edbrio da Mata Atl\u00e2ntica. Com seu retorno, espera-se que o ecossistema local recupere parte de sua din\u00e2mica natural, fortalecendo o ciclo de renova\u00e7\u00e3o das florestas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m dos primatas, a regi\u00e3o abriga mais de 120 esp\u00e9cies de aves, como o tucano-de-bico-preto, o que refor\u00e7a o potencial de Florian\u00f3polis como \u00e1rea estrat\u00e9gica para a conserva\u00e7\u00e3o da fauna silvestre.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A presen\u00e7a dos bugios tamb\u00e9m tem estimulado a cria\u00e7\u00e3o de programas de educa\u00e7\u00e3o ambiental e o crescimento do turismo ecol\u00f3gico. Atividades como o \u201cVem Passarinhar\u201d e o birdwatching (observa\u00e7\u00e3o de aves) v\u00eam ganhando espa\u00e7o entre moradores e visitantes, aproximando a popula\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia da preserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s mais de dois s\u00e9culos desaparecidos, os bugios-ruivos (Alouatta guariba) voltaram a habitar Florian\u00f3polis. O feito, considerado um marco ambiental, foi resultado de um projeto de reintrodu\u00e7\u00e3o iniciado em mar\u00e7o de 2024, conduzido pelo Instituto Fauna Brasil em parceria com o Centro de Triagem e Reabilita\u00e7\u00e3o de Animais Silvestres de Santa Catarina (Cetras\/SC). A esp\u00e9cie [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":12,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-16926","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-mix"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16926","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/12"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16926"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16926\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16930,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16926\/revisions\/16930"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16926"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16926"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16926"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}