{"id":17997,"date":"2025-11-07T02:01:00","date_gmt":"2025-11-07T05:01:00","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodoestado.audiencelabs.com.br\/?p=17997"},"modified":"2025-11-06T11:19:49","modified_gmt":"2025-11-06T14:19:49","slug":"nota-extinta-do-real-pode-valer-r-1-700-por-sua-raridade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodoestado.audiencelabs.com.br\/nota-extinta-do-real-pode-valer-r-1-700-por-sua-raridade\/","title":{"rendered":"Nota extinta do real pode valer R$ 1.700 por sua raridade"},"content":{"rendered":"\n<p>A c\u00e9dula de R$ 1 foi lan\u00e7ada em 1994 como parte do Plano Real, com o objetivo de controlar a hiperinfla\u00e7\u00e3o e estabilizar a economia brasileira. Fernando Henrique Cardoso, na \u00e9poca ministro da Fazenda, foi respons\u00e1vel pela implementa\u00e7\u00e3o da nova moeda, que trouxe mais confian\u00e7a ao sistema financeiro do pa\u00eds. A nota circulou por mais de uma d\u00e9cada, tornando-se um s\u00edmbolo do in\u00edcio da estabiliza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2005, a c\u00e9dula foi substitu\u00edda pela moeda de R$ 1, produzida em metal.A mudan\u00e7a ocorreu devido ao alto custo de produ\u00e7\u00e3o da nota e \u00e0 sua vida \u00fatil limitada, estimada em cerca de 13 meses. Com a retirada de circula\u00e7\u00e3o, a c\u00e9dula passou a ser considerada rara, atraindo a aten\u00e7\u00e3o de colecionadores interessados em pe\u00e7as hist\u00f3ricas e bem preservadas.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"17999\" src=\"https:\/\/correiodoestado.audiencelabs.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Nota-1-real.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-17999\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cr\u00e9ditos: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Valoriza\u00e7\u00e3o no mercado de colecionadores<\/h2>\n\n\n\n<p>O valor da nota de R$ 1 hoje vai muito al\u00e9m de seu valor nominal. C\u00e9dulas bem conservadas, especialmente aquelas em mint condition, como se tivessem acabado de sair da produ\u00e7\u00e3o, podem alcan\u00e7ar pre\u00e7os elevados, chegando a R$ 1.700 em casos excepcionais.<\/p>\n\n\n\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o considera fatores como estado de conserva\u00e7\u00e3o, numera\u00e7\u00e3o e at\u00e9 peculiaridades, como erros de impress\u00e3o, que aumentam a raridade da pe\u00e7a. Apesar de ainda existirem cerca de 148 milh\u00f5es de notas de R$ 1 no Brasil, encontrar uma em perfeito estado \u00e9 cada vez mais dif\u00edcil.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa escassez justifica o interesse crescente entre colecionadores, que acompanham o mercado atento \u00e0 disponibilidade de c\u00e9dulas diferenciadas. A combina\u00e7\u00e3o de nostalgia, hist\u00f3ria e raridade torna a nota um item desejado, tanto por quem coleciona por hobby quanto por investidores que buscam pe\u00e7as valiosas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A c\u00e9dula de R$ 1 foi lan\u00e7ada em 1994 como parte do Plano Real, com o objetivo de controlar a hiperinfla\u00e7\u00e3o e estabilizar a economia brasileira. Fernando Henrique Cardoso, na \u00e9poca ministro da Fazenda, foi respons\u00e1vel pela implementa\u00e7\u00e3o da nova moeda, que trouxe mais confian\u00e7a ao sistema financeiro do pa\u00eds. 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