{"id":19226,"date":"2025-12-27T14:30:53","date_gmt":"2025-12-27T17:30:53","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodoestado.audiencelabs.com.br\/?p=19226"},"modified":"2025-12-02T14:04:43","modified_gmt":"2025-12-02T17:04:43","slug":"fruta-que-virou-queridinha-em-ms-e-doce-e-resistente-a-incendios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodoestado.audiencelabs.com.br\/fruta-que-virou-queridinha-em-ms-e-doce-e-resistente-a-incendios\/","title":{"rendered":"Fruta que virou queridinha em MS \u00e9 doce e resistente a inc\u00eandios"},"content":{"rendered":"\n<p>A guavira, fruta que se tornou queridinha em Mato Grosso do Sul, ganhou esse destaque por reunir caracter\u00edsticas relevantes para o Cerrado: sabor marcante, uso diversificado e resist\u00eancia natural ao fogo.<\/p>\n\n\n\n<p>Conhecida tamb\u00e9m como gabiroba, ela floresce entre setembro e outubro, per\u00edodo em que suas pequenas flores anunciam o in\u00edcio do ciclo que resulta no fruto amplamente consumido na regi\u00e3o.&nbsp; A esp\u00e9cie apresenta um sistema subterr\u00e2neo robusto, respons\u00e1vel por garantir sua sobreviv\u00eancia mesmo em \u00e1reas afetadas por inc\u00eandios.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando o fogo atinge a parte a\u00e9rea, o arbusto consegue rebrotar a partir das ra\u00edzes, mantendo a produ\u00e7\u00e3o anual. Essa adapta\u00e7\u00e3o explica por que a guavira permanece abundante em \u00e1reas que sofrem queimadas recorrentes, caracter\u00edstica comum do Cerrado sul-mato-grossense.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"19227\" src=\"https:\/\/correiodoestado.audiencelabs.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/IMG-20221201-WA0018.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-19227\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cr\u00e9ditos: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Cadeia produtiva e valoriza\u00e7\u00e3o regional<\/h2>\n\n\n\n<p>A fruta, reconhecida por lei como s\u00edmbolo de Mato Grosso do Sul, impulsiona uma cadeia produtiva que envolve desde o extrativismo at\u00e9 pesquisas voltadas \u00e0 diversifica\u00e7\u00e3o de produtos. Seu consumo vai al\u00e9m da forma in natura, alcan\u00e7ando prepara\u00e7\u00f5es como sucos, geleias, licores e doces.<\/p>\n\n\n\n<p>Estudos recentes ampliaram ainda mais o uso da guavira, com destaque para a produ\u00e7\u00e3o de farinha, ch\u00e1s e bebidas desenvolvidas a partir da polpa. Na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, projetos do curso de Engenharia de Alimentos buscam otimizar o processamento da fruta. O ponto de colheita \u00e9 decisivo, pois frutos verdes comprometem aroma e sabor.<\/p>\n\n\n\n<p>Como a guavira tem vida \u00fatil reduzida, o processamento imediato se torna fundamental para garantir oferta durante o ano, evitando desperd\u00edcios e agregando valor aos derivados. O ciclo produtivo depende ainda da poliniza\u00e7\u00e3o realizada por abelhas, que transportam o p\u00f3len entre as flores e possibilitam o desenvolvimento dos frutos em cerca de dois meses.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A guavira, fruta que se tornou queridinha em Mato Grosso do Sul, ganhou esse destaque por reunir caracter\u00edsticas relevantes para o Cerrado: sabor marcante, uso diversificado e resist\u00eancia natural ao fogo. 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