{"id":37371,"date":"2026-03-21T16:45:00","date_gmt":"2026-03-21T19:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodoestado.audiencelabs.com.br\/?p=37371"},"modified":"2026-03-18T16:48:11","modified_gmt":"2026-03-18T19:48:11","slug":"continente-africano-esta-se-partindo-mais-uma-vez-com-movimento-de-placas-tectonicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodoestado.audiencelabs.com.br\/continente-africano-esta-se-partindo-mais-uma-vez-com-movimento-de-placas-tectonicas\/","title":{"rendered":"Continente africano est\u00e1 se partindo mais uma vez com movimento de placas tect\u00f4nicas"},"content":{"rendered":"\n<p>O movimento das placas tect\u00f4nicas ajuda a explicar por que a \u00c1frica j\u00e1 fez parte de um \u00fanico bloco continental e continua se transformando at\u00e9 hoje. H\u00e1 cerca de 300 milh\u00f5es de anos, o planeta era dominado pela Pangeia, uma imensa massa de terra que, com o tempo, come\u00e7ou a se fragmentar e deu origem a dois grandes blocos: Laur\u00e1sia, ao norte, e Gondwana, ao sul, onde estava o territ\u00f3rio africano.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a continuidade desse processo, Gondwana tamb\u00e9m se rompeu, separando a \u00c1frica de regi\u00f5es como a Am\u00e9rica do Sul, a Ant\u00e1rtida, a \u00cdndia e a Austr\u00e1lia. Esse fen\u00f4meno explica por que os litorais africano e sul-americano apresentam formatos que parecem se encaixar, como pe\u00e7as de um quebra-cabe\u00e7a, evid\u00eancia cl\u00e1ssica da deriva continental.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"3000\" height=\"1999\" data-id=\"37381\" src=\"https:\/\/correiodoestado.audiencelabs.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/photo-1547471080-7cc2caa01a7e.avif\" alt=\"\" class=\"wp-image-37381\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cr\u00e9ditos: Unsplash<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p>Atualmente, o continente africano segue em transforma\u00e7\u00e3o por meio do processo chamado rifteamento continental. Um dos exemplos mais impressionantes \u00e9 o Grande Vale do Rift, uma vasta fratura que atravessa o leste da \u00c1frica. Nessa regi\u00e3o, as placas tect\u00f4nicas est\u00e3o se afastando lentamente, indicando que o continente pode, no futuro, se dividir novamente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Placas tect\u00f4nicas separam o continente africano aos poucos<\/h2>\n\n\n\n<p>Um dos pontos mais ativos desse fen\u00f4meno fica na regi\u00e3o de Afar, no norte da Eti\u00f3pia. Nesse pa\u00eds, tr\u00eas grandes estruturas geol\u00f3gicas, a Fenda do Mar Vermelho, a Fenda do Golfo de Aden e a Grande Fenda Et\u00edope, formam um sistema em formato de \u201cY\u201d, onde as placas tect\u00f4nicas se afastam gradualmente e permitem a ascens\u00e3o de material quente do interior da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de impressionante, esse processo ocorre em um ritmo extremamente lento. As fendas avan\u00e7am poucos mil\u00edmetros por ano, o que significa que a poss\u00edvel forma\u00e7\u00e3o de um novo oceano levar\u00e1 milh\u00f5es de anos. Ainda assim, o fen\u00f4meno refor\u00e7a que a superf\u00edcie do planeta est\u00e1 em constante transforma\u00e7\u00e3o, mesmo que essas mudan\u00e7as n\u00e3o sejam percept\u00edveis no dia a dia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O movimento das placas tect\u00f4nicas ajuda a explicar por que a \u00c1frica j\u00e1 fez parte de um \u00fanico bloco continental e continua se transformando at\u00e9 hoje. 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