{"id":7216,"date":"2025-08-28T08:19:00","date_gmt":"2025-08-28T11:19:00","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodoestado.audiencelabs.com.br\/?p=7216"},"modified":"2025-08-27T14:54:07","modified_gmt":"2025-08-27T17:54:07","slug":"cidade-mineira-atingida-por-tragedia-e-hoje-a-quarta-mais-segura-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodoestado.audiencelabs.com.br\/cidade-mineira-atingida-por-tragedia-e-hoje-a-quarta-mais-segura-do-brasil\/","title":{"rendered":"Cidade mineira atingida por trag\u00e9dia \u00e9 hoje a quarta mais segura do Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p>Mariana, em Minas Gerais, \u00e9 hoje a quarta cidade mais segura do Brasil, segundo um ranking que analisa diversos indicadores de seguran\u00e7a p\u00fablica. A cidade, que ficou marcada pelo tr\u00e1gico rompimento da barragem de Fund\u00e3o em 2015, agora se destaca em um contexto de seguran\u00e7a, superando at\u00e9 mesmo a capital federal, Bras\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise de seguran\u00e7a p\u00fablica considera dados como homic\u00eddios, mortes no tr\u00e2nsito, despesas com seguran\u00e7a, a rela\u00e7\u00e3o entre policiais e habitantes, al\u00e9m de centros de controle de opera\u00e7\u00f5es e monitoramento de \u00e1reas de risco. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"480\" src=\"https:\/\/correiodoestado.audiencelabs.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/sofia-khlebnikov-bUMtY6KfTSk-unsplash.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7219\" srcset=\"https:\/\/correiodoestado.audiencelabs.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/sofia-khlebnikov-bUMtY6KfTSk-unsplash.jpg 640w, https:\/\/correiodoestado.audiencelabs.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/sofia-khlebnikov-bUMtY6KfTSk-unsplash-300x225.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cr\u00e9ditos: Foto de Sofia Khlebnikov na Unsplash<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Dos seis indicadores utilizados, cinco foram criados exclusivamente para o ranking, refletindo a realidade das cidades brasileiras. A regi\u00e3o Sudeste concentra 60% das cidades mais bem colocadas, com 23 estados e o Distrito Federal representados na lista das 100 melhores.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Trag\u00e9dia em Mariana<\/h2>\n\n\n\n<p>O rompimento da barragem de Fund\u00e3o, controlada pela Samarco Minera\u00e7\u00e3o, ocorreu em 5 de novembro de 2015, causando um dos maiores desastres ambientais da hist\u00f3ria do Brasil. Inicialmente, a mineradora informou que duas barragens haviam se rompido, mas retificou posteriormente a informa\u00e7\u00e3o, confirmando que apenas a barragem de Fund\u00e3o havia falhado.<\/p>\n\n\n\n<p>O desastre resultou no despejo de 62 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de rejeitos, afetando a bacia do rio Doce e impactando 230 munic\u00edpios nos estados de Minas Gerais e Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Um Futuro Promissor<\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar do impacto devastador do desastre, Mariana conseguiu se reerguer e se transformar em um exemplo de seguran\u00e7a p\u00fablica. Dentre as 100 cidades mais bem posicionadas no ranking de seguran\u00e7a, 48 s\u00e3o de porte m\u00e9dio, 27 de porte pequeno e 25 t\u00eam mais de 500 mil habitantes.<\/p>\n\n\n\n<p>A trajet\u00f3ria de Mariana demonstra que, mesmo ap\u00f3s trag\u00e9dias, \u00e9 poss\u00edvel reconstruir e priorizar a seguran\u00e7a e o bem-estar da popula\u00e7\u00e3o. A cidade agora se destaca n\u00e3o apenas pela sua hist\u00f3ria, mas tamb\u00e9m pela sua resili\u00eancia e compromisso com a seguran\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mariana, em Minas Gerais, \u00e9 hoje a quarta cidade mais segura do Brasil, segundo um ranking que analisa diversos indicadores de seguran\u00e7a p\u00fablica. A cidade, que ficou marcada pelo tr\u00e1gico rompimento da barragem de Fund\u00e3o em 2015, agora se destaca em um contexto de seguran\u00e7a, superando at\u00e9 mesmo a capital federal, Bras\u00edlia. 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