{"id":9701,"date":"2025-09-11T15:58:00","date_gmt":"2025-09-11T18:58:00","guid":{"rendered":"https:\/\/mix.correiodoestado.com.br\/?p=9701"},"modified":"2025-09-11T15:26:52","modified_gmt":"2025-09-11T18:26:52","slug":"fruta-do-dragao-rapidamente-virou-queridinha-do-brasil-rendendo-milhoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/fruta-do-dragao-rapidamente-virou-queridinha-do-brasil-rendendo-milhoes\/","title":{"rendered":"Fruta do drag\u00e3o rapidamente virou queridinha do Brasil rendendo milh\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conhecida como a <a href=\"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/fruta-bonitinha-que-parece-inofensiva-supera-ate-o-morango-em-agrotoxicos\/\">fruta <\/a>do drag\u00e3o por conta de suas caracter\u00edsticas, a pitaya tem origem na Am\u00e9rica Latina, mas tornou-se febre no Brasil devido \u00e0 adapta\u00e7\u00e3o ao clima tropical. Respons\u00e1vel por 40% de toda a produ\u00e7\u00e3o do alimento no pa\u00eds, S\u00e3o Paulo fortalece a economia e se projeta ao rol de destaques em meio ao cultivo global.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A origem da pitaya acontece entre os espinhos afiados dos cactos e se adapta bem ao solo e clima, com temperaturas que variam entre 4\u00b0C e 38\u00b0C. At\u00e9 o processo de transforma\u00e7\u00e3o de flor a fruto, s\u00e3o mais de 50 dias, o que torna o cuidado com a safra ainda maior. O auge da flora\u00e7\u00e3o ocorre entre o m\u00eas de janeiro e maio, gerando um aumento na importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o do alimento.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/mix.correiodoestado.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/pitaya-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9702\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Fabiane de Paula<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Apesar de S\u00e3o Paulo se destacar, Santa Catarina passou a ser refer\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de pitaya no Brasil. Isso ocorre devido aos 300 hectares plantados em solo catarinense, com o sul do estado correspondendo a 90% dessa \u00e1rea. A t\u00edtulo de curiosidade, as safras deste ano foram respons\u00e1veis por movimentar mais de R$ 18 milh\u00f5es, com a maior parte vendida para o Ceagesp, em S\u00e3o Paulo. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mostrando que o clima \u00e9 ben\u00e9fico para a dissemina\u00e7\u00e3o da fruta, outros mercados importantes se espalham pelo territ\u00f3rio brasileiro. Em resumo, Cear\u00e1, Par\u00e1, Curitiba, Goi\u00e1s e Rio de Janeiro tamb\u00e9m est\u00e3o imbu\u00eddos no cultivo da flor em polos produtivos. Lavrada no pa\u00eds desde a d\u00e9cada de 1990, a pitaya enraizou-se na cultura nacional sem muitas dificuldades.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Brasil perde prest\u00edgio no ramo da exporta\u00e7\u00e3o de frutas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Brasil, apesar de ser um dos maiores produtores de frutas, atr\u00e1s apenas de China e \u00cdndia, n\u00e3o apresenta o mesmo prest\u00edgio quando o assunto \u00e9 exporta\u00e7\u00e3o. Para fins comparativos, a na\u00e7\u00e3o est\u00e1 presente na 24\u00aa coloca\u00e7\u00e3o entre os exportadores, evidenciando problemas com a necessidade de certifica\u00e7\u00f5es e log\u00edstica. Como resultado dos empecilhos no curso, o incentivo \u00e9 depositado na dire\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Origin\u00e1ria da Am\u00e9rica Latina, fruta ganha destaque no mercado brasileiro e passa a fazer parte da cultura local devido \u00e0s caracter\u00edsticas e sabor peculiar  <\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":9703,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-9701","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mix"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9701","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9701"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9701\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9705,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9701\/revisions\/9705"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9703"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9701"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9701"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/correiodoestado.com.br\/mix\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9701"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}