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ALERTA MÁXIMO

EUA têm protestos após mulher ser morta por agente de imigração

Autoridades disseram que um agente do ICE atirou contra a motorista após ela tentar usar o veículo para atropelar policiais

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Protestos se espalharam por cidades dos Estados Unidos após um agente de imigração matar uma mulher a tiros durante uma operação realizada na quarta-feira, 7, em Minneapolis. Em Nova York, cerca de 400 pessoas se reuniram em frente a um escritório regional do Serviço de Imigração e Aduanas (ICE, na sigla em inglês) no sul de Manhattan.

No protesto, políticos locais estiveram presentes e alertaram a multidão para permanecer em "alerta máximo" diante de possíveis batidas do ICE. Manifestações também foram registradas em outras cidades como Miami e Nova Orleans.

Em entrevista coletiva, a secretária de Segurança Interna dos EUA, Kristi Noem, fez referência aos protestos que tomaram Minneapolis após o assassinato de George Floyd pela polícia local em 2020. Segundo ela, "esta cidade já pegou fogo antes", em crítica ao governador de Minnesota, Tim Walz, e a lideranças locais, que, de acordo com Noem, não teriam agido com rapidez suficiente. O tiroteio ocorreu a menos de um quilômetro do local onde Floyd foi morto.

O Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) afirmou que um agente do ICE atirou contra a motorista após ela tentar usar o veículo para atropelar policiais durante a operação.

Vídeos gravados por testemunhas e divulgados nas redes sociais mostram agentes se aproximando de um SUV parado no meio da rua e tentando abrir a porta do lado do motorista. Em seguida, o carro arranca, e outro agente, posicionado à frente do veículo, dispara ao menos dois tiros.

O automóvel avança, empurra o agente para trás sem derrubá-lo e colide com dois carros estacionados antes de parar. Pessoas que presenciaram a cena reagiram com gritos de choque. (Com agências internacionais).


 

PRODUTOS NOVOS

Apple fará evento em março que pode apresentar iPhone 17e, novo iPad e MacBook de 'baixo custo'

A ofensiva ocorre após a Apple registrar recorde trimestral de vendas de iPhone no período de festas, com receita de US$ 85,3 bilhões, alta de 23% na comparação anual

17/02/2026 19h00

O iPhone 17e, que substituirá o 16e, deve manter o preço de US$ 599

O iPhone 17e, que substituirá o 16e, deve manter o preço de US$ 599 Foto: Reprodução

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A Apple realizará em 4 de março um evento presencial em que pode apresentar novos produtos, dando início a uma ofensiva de lançamentos no primeiro semestre de 2026. A empresa convidou a imprensa para encontros em Nova York, Xangai e Londres, em um formato descrito como "Experience", indicando uma apresentação mais discreta do que os tradicionais eventos em seu campus em Cupertino.

A Apple prepara um "blitz" de lançamentos de produtos nas próximas semanas, com destaque para o iPhone 17e, novos iPads e uma linha renovada de Macs, diz a Bloomberg.

O iPhone 17e, que substituirá o 16e, deve manter o preço de US$ 599, mas trará o chip A19, o mesmo da linha iPhone 17, suporte a MagSafe e novos chips próprios de conectividade celular e wireless. A estratégia é reforçar a oferta em mercados emergentes e no segmento corporativo.

A empresa também deve lançar um iPad de entrada com chip A18, passando a suportar pela primeira vez o Apple Intelligence, a inteligência artificial (IA) da companhia, e um iPad Air com processador M4.

A expectativa é que as mudanças se concentrem em desempenho, com poucas alterações de design. No caso do iPad mini, a principal novidade será a adoção de tela OLED.

No segmento de computadores, insiders apontam que estão previstos novos MacBook Pro de 14 e 16 polegadas, MacBook Air com chip M5, atualizações do Mac Studio e uma nova versão do Studio Display.

A Apple ainda prepara um MacBook de baixo custo, com tela inferior a 13 polegadas e chip da classe do iPhone, para competir com laptops Windows mais acessíveis e Chromebooks. Não há confirmação, porém, se a empresa deve lançar esses produtos no evento de março.

No campo de software, a companhia liberou na segunda-feira, 16, a versão beta do iOS 26.4 para desenvolvedores, com componentes de atualização da Siri. Em junho, a conferência anual de desenvolvedores deverá detalhar novos recursos.

A ofensiva ocorre após a Apple registrar recorde trimestral de vendas de iPhone no período de festas, com receita de US$ 85,3 bilhões, alta de 23% na comparação anual, apesar de atrasos na entrega de recursos de IA. O lucro trimestral somou US$ 42,1 bilhões, superando as estimativas do mercado.

TENSÃO

Líder supremo diz que EUA não destruirão Irã e ameaça poder militar norte-americano

"Mais perigosa do que um porta-aviões é a arma que pode enviá-lo ao fundo do mar", afirmou o líder iraniano

17/02/2026 07h40

Ali Khamenei ironizou o poderio militar dos EUA e deu a entender que poderia atacar poderoso porta-aviões

Ali Khamenei ironizou o poderio militar dos EUA e deu a entender que poderia atacar poderoso porta-aviões

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O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, em resposta a declarações anteriores do presidente dos EUA, Donald Trump, que "você também não conseguirá destruir a República Islâmica". O republicano voltou a falar em mudança de regime em Teerã e enviou um segundo grupo de porta-aviões ao Oriente Médio.

Sem mencionar diretamente Washington, Khamenei ironizou a retórica militar norte-americana. "Ele diz que seu Exército é o mais forte do mundo. O Exército mais forte do mundo pode, às vezes, levar um golpe tão forte que não consiga mais se levantar", alertou.

Em outra referência indireta ao reforço naval dos EUA na região, acrescentou: "Mais perigosa do que um porta-aviões é a arma que pode enviá-lo ao fundo do mar."

As declarações ocorrem após Trump afirmar que uma mudança de poder no Irã "seria o melhor que poderia acontecer", ao mesmo tempo em que pressiona por concessões mais amplas de Teerã, incluindo restrições ao programa nuclear, aos mísseis balísticos e ao apoio a grupos aliados no Oriente Médio.

Khamenei também rejeitou as condições impostas por Washington para eventuais tratativas. "Determinar previamente o resultado de uma negociação é algo tolo", disse.

Segundo ele, os EUA propõem discutir a energia nuclear iraniana já estabelecendo como desfecho que o país não poderá mantê-la. "Se houver uma negociação, definir o resultado de antemão é um ato errado e tolo", afirmou.

O Irã sustenta que seu programa nuclear tem fins pacíficos e acusa os EUA de buscar "dominar a nação iraniana". O impasse ocorre às vésperas de nova rodada de negociações entre Teerã e Washington.

Na segunda-feira, o ministro das Relações Exteriores iraniano, Seyed Abbas Araghchi, reuniu-se em Genebra com o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi. Araghchi afirmou estar na cidade suíça com "ideias concretas para alcançar um acordo justo e equitativo", mas ressaltou que "submissão diante de ameaças" não está em discussão.

Em entrevista à BBC, o vice-chanceler Majid Takht-Ravanchi disse que o Irã aceita negociar o programa nuclear desde que haja alívio das sanções lideradas por Washington.
 

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