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Cinema B+: The Acolyte: Teorias, Mistérios e Conflitos na Saga Star Wars

The Acolyte nos apresenta a origem de conflitos da Alta República em Star Wars, mas com resultado controverso e complexo

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The Acolyte é a mais um passo da Disney de avançar no Universo de Star Wars com conteúdo original e se passa durante a era da Alta República, aproximadamente 200 anos antes dos eventos do Episódio I: A Ameaça Fantasma, um período de grande expansão e prosperidade para a República Galáctica e a Ordem Jedi, antes da ascensão dos Sith e do início das Guerras Clônicas.

Com essa liberdade de estar ANTES de tudo que conhecemos, a série promete explorar o lado sombrio da Força e os segredos dos Sith durante um tempo em que os Jedi estão no auge de seu poder, com uma nova perspectiva dentro da vasta cronologia de Star Wars, focando mais nas origens e no crescimento das forças sombrias que eventualmente levarão à queda da República.

Com um elenco mais inclusivo, estrelado por Lee Jung-jae, de Squid Game, como o Mestre Jedi Sol; uma ponta poderosa da nossa esterna Trinity, Carrie-Anne Moss, também como uma mestre Jedi, Manny Jacinto como Qimir e Amandla Stenberg, como as gêmeas Mae & Osha Aniseya, as “Acólitas”.

Portanto, The Acolyte é uma prequela de todas trilogias e séries e pode fornecer um contexto mais profundo sobre como os Sith conseguiram operar nas sombras e planejar seu retorno durante a era da Alta República. O problema? Se você só tem os filmes e séries como base, sem ter lido os livros ou jogos… estará perdido. É pouca surpresa que o resultado da série esteja dividindo opiniões.

Teorias que soam ainda mais complexas do que estamos vendo

A trama oficial de The Acolyte diz que “uma investigação sobre uma onda de crimes chocante coloca um respeitado Mestre Jedi (Lee Jung-jae) contra uma perigosa guerreira de seu passado (Amandla Stenberg). À medida que mais pistas surgem, eles viajam por um caminho sombrio onde forças sinistras revelam que nem tudo é o que parece”. Super vago.

O problema nem é não ter conhecimento profundo da história ou de quem é quem, porque são todos novos e podemos nos deixar levar e ir descobrindo cada um, mas essencialmente quando falam de Força, Jedis, Siths, Aprendizes, Acólitos, Planetas… juro, a gente perde interesse rapidamente.

Aqui está sempre uma grande falha da franquia: mesmo que você seja muito fã, se não estiver atualizado com todos conteúdos, vai se sentir confuso. Osha Aniseya (Amandla Stenberg) é uma ex-Jedi Padawn (ou seja, aprendiz) que virou ‘meknek’ para CorpSec. Ela é presa porque corresponde à descrição de uma assassina que logo descobrimos ser sua irmã gêmea, Mae. Isso mesmo, uma Ruth e Raquel de Star Wars.

Assim como dois séculos depois Luke e Leia Skywalker vão encantar os fãs, essa era a expectativa por Osha e Mae, mas ainda não colou. Para acompanhar as teorias que estão online, e até criar uma teoria pessoal, é preciso relembrar conceitos importantes.

O que é DIAD em Star Wars?

Em Star Wars, um “Diad na Força” refere-se a uma conexão extremamente rara e poderosa entre dois indivíduos sensíveis à Força. Esse conceito foi introduzido em Star Wars: Episódio IX – A Ascensão Skywalker. Um Diad na Força é uma ligação única que permite que os dois indivíduos compartilhem pensamentos, sentimentos e até mesmo habilidades físicas, independentemente da distância que os separa.

No filme, Rey e Kylo Ren (Ben Solo) são revelados como um Diad na Força. Isso explica a forte conexão que eles sentem entre si e a capacidade de se comunicarem e interagirem de maneiras que outros usuários da Força não conseguem. Por exemplo, eles podem lutar entre si ou transferir objetos através da Força, mesmo estando em locais diferentes.

Essa ligação é descrita como algo que não acontecia há gerações, destacando sua raridade e poder. A existência de um Diad na Força também tem implicações significativas para o equilíbrio da Força no universo de Star Wars, pois os dois indivíduos são vistos como duas metades de um todo, complementando-se e potencializando suas habilidades. E, em The Acolyte, o lema de Osha e Mae é “Sempre uma, mas nascida como duas”, que é uma referência à díade da Força e podem indicar que os gêmeos fazem parte de um só.

Os conflitos Jedis na Saga Star Wars

Na saga Star Wars, os Jedis enfrentam vários dramas e conflitos internos e externos ao longo das histórias. Aqui estão alguns dos principais dramas:

Conflito com o Lado Sombrio da Força: Os Jedis são constantemente tentados pelo Lado Sombrio da Força, que representa emoções negativas como medo, raiva e ódio. A luta para manter a pureza e a disciplina do Lado Luminoso é um dos principais dramas internos dos Jedis. Anakin Skywalker, por exemplo, é um Jedi que sucumbe ao Lado Sombrio e se transforma em Darth Vader. Osha e Mae também são tentadas, com cada uma, aparentemente, fazendo a escolha oposta da outra.

A Ordem Jedi e a Política: A Ordem Jedi é frequentemente envolvida em questões políticas, especialmente durante as Guerras Clônicas. Eles servem como generais e líderes em uma guerra que coloca à prova seus princípios pacifistas e de defesa. Isso cria um dilema moral e ético, já que os Jedis são treinados para serem guardiões da paz, não soldados.

A Perda e o Sacrifício: Muitos Jedis sofrem grandes perdas pessoais e são forçados a fazer sacrifícios difíceis. A Ordem 66, por exemplo, resulta na quase extinção da Ordem Jedi, com muitos Jedis sendo traídos e assassinados por aqueles que eles lideravam. Yoda e Obi-Wan Kenobi são exemplos de Jedis que perdem quase todos os seus companheiros e são forçados a viver em exílio.

A Profecia do Escolhido: A profecia de que um Jedi traria equilíbrio à Força é uma fonte de grande expectativa e tensão. Anakin Skywalker é inicialmente acreditado para ser o Escolhido, mas sua queda para o Lado Sombrio complica essa crença. Eventualmente, seu filho, Luke Skywalker, desempenha um papel crucial em trazer equilíbrio à Força ao redimir seu pai.

A Reconstrução da Ordem Jedi: Após a queda do Império, Luke Skywalker tenta reconstruir a Ordem Jedi. Este esforço é cheio de desafios, incluindo a busca por antigos ensinamentos Jedi e a formação de novos Jedis em um universo ainda cheio de perigos e influências do Lado Sombrio.

 The Acolyte: Teorias, Mistérios e Conflitos na Saga Star Wars - Divulgação

O desafio dos Siths na Saga Star Wars

Os inimigos dos Jedis, os Siths também enfrentam diversos desafios ao longo das histórias. Aqui estão alguns dos principais:

Conquista e Poder: Os Siths, guiados pelo lado sombrio da Força, buscam constantemente poder e controle sobre a galáxia. Isso os coloca em conflito direto com os Jedi, que defendem a paz e a justiça.

Regra de Dois: Estabelecida por Darth Bane, a Regra de Dois determina que só pode haver um Mestre Sith e um Aprendiz Sith. Esse sistema cria uma dinâmica interna de traição e desconfiança, pois o aprendiz eventualmente buscará superar e substituir o mestre.

Conflito com os Jedi: A rivalidade entre Siths e Jedi é central na saga. Os Siths devem constantemente combater os Jedi, que são mais numerosos e geralmente têm o apoio da República Galáctica.

Manter a Ocultação: Durante grande parte da saga, os Siths operam nas sombras. Eles precisam esconder suas verdadeiras intenções e identidades para evitar a detecção e a destruição pelos Jedi e pela República.

Manipulação Política: Os Siths frequentemente utilizam manipulação política para alcançar seus objetivos. Palpatine, por exemplo, ascende ao poder como Chanceler Supremo da República antes de se declarar Imperador. Esse tipo de manipulação exige inteligência, paciência e um entendimento profundo das políticas galácticas.

Equilíbrio da Força: A profecia do Escolhido, que traria equilíbrio à Força, é um desafio constante para os Siths. Anakin Skywalker, inicialmente treinado como Jedi, é visto como esse Escolhido, e sua trajetória representa uma ameaça direta ao domínio dos Siths.

O mistério de nascerem em dois e conectar como um: os Gêmeos conduzindo a Saga Star Wars

Em Star Wars, os gêmeos desempenham um papel central e simbólico na narrativa, especialmente nos episódios da trilogia original e na trilogia prequela. Os gêmeos mais notáveis são Luke Skywalker e Leia Organa, mas agora sabemos que antes deles vieram Osha e Mae. Como ainda estamos descobrindo a importância das duas, vamos lembrar os ‘originais’?

Relação Familiar e Herança: Luke e Leia são filhos de Anakin Skywalker (Darth Vader) e Padmé Amidala. A existência deles como gêmeos simboliza a dualidade do bem e do mal presente na saga. Anakin, que se torna Darth Vader, representa a queda para o lado sombrio, enquanto seus filhos representam a esperança de redenção e a luta pelo lado luminoso da Força.

Equilíbrio na Força: A presença de gêmeos pode ser vista como um reflexo do equilíbrio necessário na Força. Luke e Leia, apesar de seguirem caminhos diferentes (Luke como Jedi e Leia como líder política), ambos trabalham para restaurar a paz e a justiça na galáxia, equilibrando as forças que estavam em conflito.

Narrativa e Revelações: A revelação de que Luke e Leia são irmãos gêmeos é um dos momentos mais impactantes da saga. Isso ocorre em O Retorno de Jedi (Episódio VI) quando Luke descobre que Leia é sua irmã. Esta revelação não só fortalece os laços entre os personagens principais, mas também aprofunda a trama emocional e moral da história.

Simbolismo e Esperança: Os gêmeos representam a esperança e a continuidade. Mesmo diante da tirania do Império e da perda de muitos aliados, a existência de Luke e Leia simboliza a possibilidade de um novo começo e a persistência do bem.

Desenvolvimento de Personagens: A relação entre Luke e Leia também permite um desenvolvimento mais profundo dos personagens. Leia, inicialmente apresentada como uma líder forte e independente, revela uma vulnerabilidade e uma conexão emocional mais profunda ao descobrir sua verdadeira origem. Luke, por outro lado, encontra em Leia um motivo adicional para lutar contra o lado sombrio e salvar seu pai.

A dois episódios do fim: e aí?

A história de The Acolyte está tão complexa que não vai encerrar em dois episódios, que é o que falta quando escrevo essa crítica. Tem qualidade, mas demanda um comprometimento unilateral de fãs que queiram mesmo entender a proposta, algo mais do que ousado da Disney. Para alcançar o objetivo, mesmo com ótimas atuações, faltou protagonistas carismáticos.

Se você pesquisar online verá que há também uma onda conservadora reclamando do forte tom “gay” da história o que é efetivamente tolo, raso e longe do problema real. O que faltou, e sempre falta, é pensar que nem todos viram as animações, leram os livros, viram os filmes ou as séries. Esse comprometimento de ter TUDO em mente é o que afasta o público.

Por outro lado, sou uma fã apaixonada da franquia e vou até o fim com ela. Que a Força esteja com todos!

bons hábitos & autodesenvolvimento

Aulas de teatro vão muito além da arte e contribuem para uma boa saúde

Da timidez à descoberta de novas habilidades, aulas de teatro trabalham comunicação, criatividade, expressão corporal, convivência e autoconfiança

21/09/2026 09h00

 O processo teatral envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação, ferramentas que contribuem para as habilidades sociais dos alunos

O processo teatral envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação, ferramentas que contribuem para as habilidades sociais dos alunos Divulgação

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Para algumas pessoas, fazer teatro começa com o desejo de subir ao palco. Para outras, nasce da curiosidade, da vontade de conhecer novas pessoas ou até da necessidade de enfrentar uma dificuldade.

Há quem procure as aulas para melhorar a comunicação, quem queira desenvolver a expressão corporal e quem simplesmente esteja em busca de uma atividade diferente.

O que acontece depois, porém, muitas vezes ultrapassa o objetivo inicial.

Durante uma aula de teatro, decorar e interpretar um texto são apenas algumas das etapas de um processo que envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação.

Aos poucos, o participante é colocado diante de situações que exigem presença, criatividade e disposição para experimentar – inclusive quando existe vergonha ou medo de errar.

É nesse processo que o teatro pode se tornar uma ferramenta que vai além da formação artística.

As habilidades trabalhadas em cena podem aparecer em situações cotidianas, como uma apresentação na escola ou na faculdade, uma entrevista de emprego, uma reunião de trabalho, uma conversa com desconhecidos ou simplesmente na maneira como alguém passa a perceber o corpo e a se relacionar com outras pessoas.

“Eu não acredito que todo mundo que faz teatro precisa querer ser ator”, afirma Daniel Smidt, diretor da Escola e Companhia de Teatro (Adote), que atua há 25 anos em Campo Grande.

Para ele, cada aluno pode encontrar na experiência uma transformação particular.

“Cada pessoa pode encontrar uma coisa diferente aqui. Pode ser a coragem para falar, a confiança para se posicionar, a capacidade de trabalhar em grupo, a criatividade ou simplesmente a liberdade de ser quem é”, afirma.

O PRIMEIRO APRENDIZADO

A comunicação é uma das primeiras habilidades que podem ser percebidas no trabalho teatral. No palco, não basta saber o que dizer: é preciso pensar em como aquilo será dito, compreender o espaço, perceber quem está ouvindo e utilizar voz, corpo e expressão para transmitir uma ideia.

Esse exercício pode ser levado para fora da sala de aula.

Falar diante de outras pessoas, sustentar uma opinião, apresentar um trabalho ou participar de uma conversa exigem, em diferentes níveis, algumas dessas mesmas ferramentas. O teatro permite que o aluno experimente essas situações em um ambiente de aprendizagem, no qual errar também faz parte do processo.

Daniel conhece essa transformação por experiência pessoal.

“Eu também já fui uma pessoa tímida. O teatro foi me dando ferramentas para me expressar, para me comunicar, para olhar para o outro e também para me enxergar de uma maneira diferente. Quando olho para quem eu sou hoje, percebo o quanto tudo aquilo que aprendi através da arte contribuiu para a minha vida”, reflete o diretor.

O CORPO FALA

Outro aspecto trabalhado no teatro é a expressão corporal. Antes mesmo de uma pessoa dizer qualquer palavra, sua postura, seus movimentos e sua maneira de ocupar um espaço podem transmitir informações.

Perceber isso ajuda o aluno a desenvolver consciência sobre o corpo. Em cena, ele precisa compreender como determinado movimento contribui para a construção de uma personagem ou para a comunicação de uma situação. Fora dela, essa percepção pode ajudar na forma como se posiciona e se expressa.

A estudante Charlie Budib, de 19 anos, chegou ao teatro justamente buscando enfrentar a timidez e se sentir mais segura para se expressar. A recomendação partiu de sua psicóloga e a identificação com as artes ajudou a transformar a sugestão em experiência.

“Eu buscava me abrir mais para as pessoas. Conseguir falar melhor em público, me desafiar, sair da zona de conforto. Me sentir mais segura em me expressar”, conta.

Depois das aulas, ela percebe mudanças inclusive em situações que não têm relação direta com o palco.

“O teatro mudou bastante o jeito que eu ajo. Eu me sinto muito mais tranquila sobre a minha expressão corporal no dia a dia. Coisas que antes eu não conseguiria dizer ou fazer agora são muito mais simples”, diz.
Para Charlie, a sala de aula também se tornou um espaço de segurança para experimentar.

“É um ambiente que eu me sinto acolhida. Eu posso acertar ou errar, mas no final, a gente sempre bate palmas um para o outro. Todo mundo está sempre evoluindo e se ajudando. É um lugar que eu posso realmente me soltar”, afirma.

A ARTE DO IMPROVISO

Quem nunca fez teatro pode imaginar que a atividade depende principalmente da memorização de textos. Mas a preparação de um ator envolve muito mais do que decorar falas.

Improvisações e jogos teatrais fazem parte do processo justamente porque colocam os participantes diante do inesperado. Uma proposta pode mudar no meio do exercício, uma cena pode tomar um caminho diferente do planejado e o aluno precisa encontrar uma maneira de continuar.

A habilidade de improvisar, nesse sentido, não significa simplesmente “inventar qualquer coisa”. Ela envolve atenção, escuta e capacidade de responder ao que está acontecendo naquele momento.

Essa experiência pode contribuir para que o participante lide melhor com situações nas quais não possui controle absoluto sobre o resultado.

Foi algo que Maysa Garcia encontrou nas aulas. Ela chegou ao teatro pensando na formação necessária para se tornar atriz e, posteriormente, seguir o caminho da dublagem. Procurava técnicas para trabalhar voz, postura e presença.

Mas acabou encontrando também uma forma de enfrentar inseguranças.

“Me deu mais confiança para viver o mundo como eu mesma, de realmente ocupar um espaço sem culpa”, relata. Para ela, o teatro ajudou a transformar uma orientação comum dentro das aulas – enfrentar uma cena mesmo quando existe medo – em uma postura que também pode ser aplicada à vida.

“O teatro nos ensina: se está com medo, vai com medo mesmo. Isso é para a cena, mas na nossa vida isso também se aplica”, pontua.

ABRAÇO ÀS DIFERENÇAS

O teatro também pode ser uma experiência de inclusão. Cada participante chega com características, habilidades e dificuldades únicas e a aprendizagem não acontece necessariamente no mesmo ritmo.

É o caso de Evelyn Machado, que tem deficiência intelectual e participa das atividades da Adote há alguns anos.

Ela conta que, no início, tinha dificuldades principalmente para memorizar, falar diante de outras pessoas e realizar atividades novas. O nervosismo e a vergonha também apareciam, mas não impediram sua permanência.

“No teatro eu encontrei um espaço onde eu posso fazer as coisas do meu jeito, aprender no meu tempo e também ser incentivada a tentar”, conta.

Ao longo desse período, Evelyn participou de apresentações, atividades e festivais. Também recebeu duas premiações em competições.

“Para mim foi uma felicidade muito grande, porque eu nunca imaginei que poderia subir em um palco, competir e ainda receber um prêmio”, relata.

A experiência, segundo ela, também contribuiu para a comunicação e a autoconfiança.

“O teatro me ajudou muito. Eu fiquei mais comunicativa, perdi um pouco da vergonha e passei a acreditar mais em mim. Cada vez que eu entro no palco é uma conquista”, pontua.

Para Evelyn, a deficiência não define o que ela é. “Eu tenho minhas dificuldades, assim como todo mundo tem as suas, só que algumas coisas para mim são mais difíceis e eu preciso de mais tempo ou de ajuda. Mas também tenho minhas capacidades e gosto muito quando as pessoas acreditam em mim e me dão oportunidade”, destaca.

EXPERIÊNCIA COMPARTILHADA

Se para alguns o teatro é uma descoberta individual, para Miriam Amada de Oliveira, de 54 anos, que faz teatro ao lado do marido, Sueiyoshi Altino de Lima, de 55 anos, a atividade também se tornou uma experiência compartilhada.

Os dois decidiram fazer o curso juntos. Sueiyoshi chegou interessado pela relação entre cinema e atuação.

Queria entender como funciona o processo de construção de um ator e descobriu, nas aulas, que interpretar vai muito além de decorar e repetir falas.

Miriam, por sua vez, carregava desde jovem a curiosidade de conhecer os bastidores e entender como uma pessoa se prepara para atuar.

Fazer o curso lado a lado acrescentou uma dimensão inesperada à experiência: conhecer melhor um ao outro.

“Então, o fato de fazer o teatro junto com minha esposa fez eu conhecer mais um lado dela que não está ali no cotidiano, no dia a dia. Eu consigo ver mais a pessoa, a parte mais criativa dela, outras partes que a gente não vê no dia a dia”, conta Sueiyoshi.

Miriam também percebeu mudanças na relação.

“Quando a gente tem as mesmas vontades, tudo fica melhor”, afirma. Segundo ela, os dois passaram a conversar sobre os exercícios, ensaiar em casa e discutir as atividades realizadas nas aulas.

Para ela, o teatro ampliou a admiração que já existia entre os dois. “Você começa a conhecer o outro lado dela [da pessoa]. Então foi muito bom a gente fazer juntos, porque assim como ele vê como eu interpreto, como eu faço os exercícios, ele também vê esse meu lado, eu vejo o lado dele”, relata.

felpuda

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para...Leia na coluna de hoje

Confira a Coluna Diálogo desta segunda-feira (21)

21/09/2026 00h01

Coluna Diálogo

Coluna Diálogo ARQUIVO/CORREIO DO ESTADO

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JOHANN GOETHE - ESCRITOR ALEMÃO

"O que passou, passou. Mas o que passou luzindo, resplandecerá para sempre”

FELPUDA

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para anúncio da força-tarefa após o temporal, comentário geral era de que os vereadores presentes haviam “caído de paraquedas” por lá, na tentativa de mostrar o que não fazem na prática: discutir e elaborar um plano de trabalho de longo prazo, com o Executivo, no planejamento de projetos que evitem o caos a cada temporal que cai em Campo Grande. Não faltaram trocadilhos e piadinhas a respeito de mais um jogo de cena dos nobres edis. Dá licença, vai!...

Coluna Diálogo

Preocupante

Mais de 50% dos jornalistas no Brasil apresentam sintomas de depressão. O dado faz parte da pesquisa Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasil, lançada durante reunião do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso, no Senado.

Mais

A pesquisa contou com a participação de 257 jornalistas brasileiros, que responderam a um questionário on-line. Ainda de acordo com os dados, 47,8% dos entrevistados informaram sofrer com estresse e 47,9% têm insônia.

Coluna DiálogoNádia Bana Povh e Miguel Povh Filho, que hoje comemoram 63 anos de casamento (Bodas de Sândalo). Foto: Arquivo Pessoal
Coluna DiálogoMaisa Monseff. Foto: Arquivo Pessoal

Afinados

Caso sejam eleitos, o ex-governador Azambuja e o governador Riedel terão papel importante na escolha do futuro presidente da Assembleia Legislativa. O grupo político que reúne aliados de ambos e alimenta pretensões para comandar o Legislativo terá de estar muito bem afinado com os dois. Afinal, a palavra de quem ocupa posição de liderança costuma pesar, e muito, nesse tipo de escolha. Quem imaginar que basta contar votos e ignorar as articulações políticas poderá acabar descobrindo que a conta não fecha. Para ser ungido, será preciso mais do que vontade. Caso contrário, é apenas ilusão. A conferir!

Sonho meu...

O deputado federal Vander Loubet (PT) começou a fazer as contas dos votos que poderá receber na disputa por uma cadeira no Senado nas eleições deste ano. Depois de somar, multiplicar e tirar a “prova dos nove” de cada região de Mato Grosso do Sul, há quem diga que ele já começou a sonhar com a segunda vaga de senador. Se o seu cálculo estiver correto, quem estaria com a eleição ameaçada seria o Capitão Contar (PL), bolsonarista de carteirinha. Sei não...

Cara de pau

Que coincidência, hein?! Bastou o nome de Flávio Bolsonaro ganhar um pouco mais de fôlego nas pesquisas, para o Planalto descobrir que “há espaço fiscal” no caixa. O governo anunciou reajuste de 15% no Bolsa Família e na maior cara de pau ainda informa que não tem nada a ver com o “calendário eleitoral”. Pode?

ANIVERSARIANTES

  • Ana Carolina Pires de Rezende Coutinho,
  • Geise Helena da Silva,
  • Renan Vera de Almeida,
  • Celina Colman de Oliveira,
  • Rafaela de Queiroz Rodrigues da Cunha Feitosa,
  • Luis Adriano Garcia Corrêa,
  • Efigenia Gavilan Franco,
  • João Henrique Souza Guerino,
  • Mateus Garcia Pires,
  • Maria Lice Fernandes Couto Citino,
  • José Valeriano de Souza Fontoura,
  • Maucir Pauletti,
  • Wanderlan Marques Dorneles Silveira,
  • Amanda Denise de Lima,
  • Wolmir Silva de Farias,
  • Ademir Koki Tibana,
  • Antonio Foletto,
  • Derly Ramão Lopes,
  • Osvaldo Francisco dos Santos,
  • Cristiane Gomes,
  • Eduardo Esgaib Campos,
  • Guilherme Ferreira Dutra Júnior,
  • Oilton Albres da Silva,
  • Yone Silveira de Mello,
  • Rafael Arnaldi,
  • Carolina Dalpasquale Gomes,
  • Valrícia Miranda de Oliveira Moraes,
  • Felix Sorgatto,
  • Laura Regine Silveira,
  • Alvaro Ramos do Amaral,
  • José Marcos Maksoud,
  • Dra. Paulinne de Souza Arruda,
  • Vera Lúcia Castelli,
  • Elton Soares Timoteo,
  • Agnaldo dos Santos Souza,
  • Manoel Ferreira Nery,
  • Augusto Martinho,
  • Othavio Fernandes Siqueira,
  • Dr. Francisco Wilson Rocha,
  • Vânia Aparecida dos Santos Mugartt,
  • Aline Rodrigues Zacarini,
  • Lúcia de Toledo Câmara Neder,
  • Lucy Kosurian Sayegh,
  • Francisca Galvão,
  • Walter Augusto Martinho,
  • Adair Aparecido de Freitas,
  • Aryovaldo Maria Bento,
  • Norman Gomes,
  • Zirley de Moraes Lima,
  • Cristovão Espíndola,
  • César Augusto Herwiny,
  • Doroteia Aparecida da Glória Terencio,
  • Joana Molina Rodrigues,
  • Liliane Paschoaletto Trindade,
  • Cleber Teixeira Mello,
  • Marco Aurélio Pallacio,
  • Ruggero Barbosa Ferraz,
  • Fernando João Rosa Serra,
  • Adair Garcia Anache,
  • Roberto Alexandre Ajul Rezende,
  • Leonardo Farias da Silva,
  • Josevaldo Cordeiro Manso,
  • Nelson Ribeiro Peres,
  • Otavio Adami Gomes,
  • Pierangelo Camillo,
  • Luiz Edmundo Ramos Freire,
  • Sandra Regina Motta,
  • Raul Vítor dos Santos,
  • Márcio Vieira Menezes,
  • Rodrigo Lima Arakaki,
  • Dra. Rosa Cristina Miranda Zimmermann,
  • Marcelo Ribeiro Vorus,
  • Rosângela Yule Queiroz,
  • Francisco Carlos Nogueira de Rezende,
  • Inácio Clacier Roeder,
  • Aldenir Lima da Silva,
  • Valdeir Marques dos Santos,
  • José Martins Coutinho,
  • Efigênia Espindola Gimenes,
  • Rosa Maria Iazer,
  • Ana Fátima Belalian Corrêa da Silva,
  • Orlando Teixeira,
  • Giulliano Lima da Cunha,
  • Isaac Rodrigues dos Santos,
  • Mohamad Akrama Eljaji,
  • Leandra Henriques Bunazar Abes,
  • Orivaldo Pereira,
  • Dielze Almeida Rosa,
  • Eliza Yule,
  • Flávio Casarim Moretti,
  • Ana Paula Dyszy,
  • Hermes Bocca Salineiro,
  • Carla de Fátima Monteiro Corrêa Machado,
  • José Orlando Marques Pedrosa,
  • Michael Luiz Menuci,
  • Jucli Teresinha Stefanello Peruzo,
  • Aislan Luis Massoni,
  • Juliano Folle,
  • Diego Gatti,
  • Roberto Carlos Zulato,
  • Valter Carlos Rossignollo Venditti,
  • Henrique Ribeiro Benatti,
  • Jaqueline Duarte Yusuf,
  • Valdir Matos Betonti.

COLABOROU TATYANE GAMEIRO *

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