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Investimentos e Liberdade Econômica: Uma agenda para Mato Grosso do Sul

Confira a coluna de Michel Constantino desta terça-feira, 21 de maio de 2024

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O ambiente de negócios em Mato Grosso do Sul ficou cada vez mais atrativo a investimentos após a implantação da Lei de Liberdade Econômica. A Lei modificou não apenas burocracias inúteis, mas criou uma cultura empreendedora no estado.


Com importante “recado” da gestão governamental estadual para o mercado, os investimentos endógenos e exógenos, ou seja, a própria expansão das empresas locais e a vinda de empresas de outros estados e internacionais entenderam que o ambiente atrativo, propício em conjunto com conjunturas nacionais e internacionais positivas para o desenvolvimento, fizeram de Mato Grosso do Sul o estado mais atrativo do país.

Sabendo disto, a dinâmica empresarial começou a influenciar as ações governamentais e vice-versa, de um lado a busca por melhoria da infraestrutura local, por outro a vontade de romper o status quo de estado de commodities. “Somos uma força agroambiental” como diz o governador do estado quando conversa com investidores.

CONSTANTINO

O Plano Safra e os dados sobre novos tipos investimentos do Agronegócio (CPR e CDCA)

Confira a coluna de Michel Constantino desta terça-feira, 11 de junho de 2024

11/06/2024 00h05

MIchel Constantino

MIchel Constantino Divulgação

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O principal setor da economia brasileira espera ansiosamente como será detalhado o atual Plano Safra. O Plano Safra se tornou uma instituição no país, com resultados relevantes para aumentar os investimentos e oferta de alimentos para o mundo.

Mas será que o governo federal avaliou as novas formas de financiamento? Analisou por exemplo a dinâmica dos CPRs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) e CDCAs (Certificados de Depósito de Créditos Agrícolas)?

As maiores economias mundiais dependem das exportações, a dinâmica produtiva do agronegócio favorece e impacta positivamente nas economias locais, os municípios, as comunidades, cooperativas e comércio das cidades. Como também gera saldo positivo na riqueza do país exportando alimentos e insumos para todo planeta.

Um estudo realizado pela Rivool Finance (2024) ressalta a importância fundamental do crédito ao investimento na condução do processo produtivo expansão do agronegócio brasileiro, especialmente do crédito ao investimento privado direcionados para áreas estratégicas.

Dois dos instrumentos financeiros mais importantes do agronegócio brasileiro setor são CPRs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) e CDCAs (Certificados de Depósito de Créditos Agrícolas). Esses instrumentos desempenham um papel crítico no ecossistema de financiamento do agronegócio brasileiro, que tem demonstrado crescimento incrível nos últimos três anos.

Eles efetivamente preenchem a lacuna entre as necessidades de capital dos produtores e as ofertas dos mercados financeiros, apoiando o crescimento e a sustentabilidade do setor.

Os CPRs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) são títulos de renda fixa representativos de direitos creditórios provenientes de operações de financiamento realizadas com empresas brasileiras agronegócio. São emitidos por instituições financeiras, agências de desenvolvimento, e demais entidades autorizadas pela Comissão Nacional de Valores Mobiliários (CVM).

É essencial não só para que o país satisfaça as necessidades alimentares nacionais e globais, mas também para posicionar seu agronegócio como um dos líderes em eficiência e inovação no cenário global.

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Juca Kfouri: Intervenção, recuperação e SAF

Para tirar o Corinthians da crise serão necessárias medidas drásticas e difíceis

10/06/2024 00h05

Juca Kfouri

Juca Kfouri Divulgação

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O mar de lama que cobre o Parque São Jorge não será saneado apenas com o eventual impeachment de Augusto Melo.

De que adiantará sua saída se, por exemplo, Andrés Sanches, fartamente responsável pela crise, sucedê-lo?

Ou Romeu Tuma Júnior, tão mitômano como Melo?

O passo inicial para a solucionar a vida alvinegra está na Justiça determinar, a pedido de sócio corintiano, a presença de um interventor no clube. Alguém sem nenhuma ligação com os atuais grupos que lutam pelo poder no Corinthians.

Lembremos: por mais que a Justiça resista, com razão, a intervir em entidades privadas, poucas são tão públicas como clubes de futebol de grandes massas torcedoras. E o Corinthians é o segundo mais popular do Brasil.

Interventor nomeado, ele contratará profissional respeitado para gerir o futebol com a finalidade de, ao menos, evitar novo rebaixamento como o de 2007, sob Sanchez.

Tão importante como, pedirá recuperação judicial para negociar a dívida de cerca de R$ 2 bilhões.

Esse foi o caminho de outros clubes, com muito menos poder de faturamento que o Corinthians, que viraram SAFs.

Exatamente por seu tamanho e potencial, a maior torcida do maior mercado do país, a SAF corintiana pode adotar modelo distinto das Sociedades Anônimas do Futebol em vigor entre nós: a um acionista acima de qualquer suspeita deveria se somar a abertura de capital da SAF corintiana que ofereceria ações, com prioridade, aos torcedores do clube. Respaldo maior para o acionista será difícil encontrar e o Bayern de

Munique assim fez com grande sucesso.

Tudo dando certo, remédios aplicados e seus primeiros efeitos detectados, seria convocada eleição para escolher o presidente do clube social e estabelecer suas relações com a SAF.

É importante lembrar que a Ernst & Young fez sugestões neste sentido ao ainda presidente corintiano e ele não aceitou nem sequer a contratação de um CEO, preferiu ouvir seu diretor administrativo Marcelo Mariano, sem currículo algum e bastante envolvido no atual contencioso que sangra o Corinthians.

Ao corintiano das arquibancadas, eventual acionista do time de seu coração desde que convencido da seriedade da governança, importa mais agora sair do fundo do poço do que se o desdobramento das investigações policiais levará cartolas à prisão — embora viesse a ser extremamente salutar e didático, algo que ainda não aconteceu nem no Inter, nem no Cruzeiro, outros dois casos recentes investigados e punidos pelo Ministério Público gaúcho e pela polícia mineira.


Salve o Corinthians, diz o hino.


E com a consciência de que nada é panaceia, porque até os melhores remédios têm de ser bem receitados e, principalmente, bem aplicados.


O modelo associativo está superado mesmo que clubes como o Athlético Paranaense, o Flamengo, o Fortaleza, o Palmeiras, mostrem ser possível aliar vida financeira saudável com desempenho técnico no futebol. Mas são exceções.


Entre abrir o capital na bolsa e dar oportunidade para a torcida ser, de fato, dona do clube, ou permitir que os coronéis do futebol se mantenham tratando as agremiações como se fossem deles, não deve haver dúvida sobre o que é melhor ou, para os românticos que têm ódio eterno do futebol moderno, ao menos, menos ruim.


É o que exige a situação desgraçada em que o puseram.


Que o Corinthians se SAF.

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