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POLÍTICA

A mais bela fantasia

A mais bela fantasia
08/02/2010 06:17 - CRISTINA MEDEIROS


Brilho, criatividade, glamour, público animado e carnavalescos felizes foram os ingredientes que marcaram o Concurso de Fantasia na noite do último sábado, no Armazém Cultural (Esplanada Ferroviária), evento que não acontecia há dois anos. Com arquibancadas e mesas lotadas, o concurso reuniu profissionais que disputaram os primeiros lugares nas categorias Originalidade (prêmio R$ 2 mil), Luxo Feminino e Masculino (prêmios 2,5 mil). Com 10 concorrentes, a categoria Originalidade levou à passarela alguns temas que remetiam ao país onde acontecerá a Copa do Mundo – a África –, outros aos indígenas e até uma Carmem Miranda verde e rosa, um tanto fora de forma, requebrou para o público. O primeiro lugar ficou para Décos Wanderlei, com a fantasia “Maracatu de prata”. O segundo, para Silvio C. Gomes, por “Visita de um soberano africano no Pantanal” e o terceiro com Maria Helena Pettengill, que desfilou com “Nzinga Mbandi”, assinada pelo carnavalesco Francis Fabian. Em quarto lugar, “Magia africana”, de Wilson Motta e, em quinto, Enir Amarília apresentando “Cunha Jaguarete – mulher e onça verdadeira”. Com cinco concorrentes cada, as categorias Luxo Feminino e Luxo Masculino arrancaram inúmeros aplausos e “já ganhou” da plateia, que em muitos momentos se levantava reverenciando a criatividade e o trabalho dos carnavalescos – que, em geral, levam meses confeccionado as fantasias. O primeiro lugar para a ala feminina ficou com Rebeca D’Albino - “Aisha, a arte de uma deusa indiana”. A advogada que em outros tempos confeccionava fantasias para outros participantes e neste ano decidiu criar para si. “Estou muito feliz. Foram 6 meses de muito trabalho na confecção da fantasia e o esforço sempre vale. Mas não é só a vitória o melhor que levamos disso tudo aqui. É ver as pessoas sorrindo, aplaudindo, perceber que um concurso como este só enriquece o carnaval, acrescenta para Campo Grande e para o Estado. Este concurso não pode parar”, disse a vencedora. O segundo lugar ficou com Ranulfo Galleano, o Raí, com a fantasia “Lembranças fascinantes do Japão”, o terceiro com “Nas águas do Paraguay nasceu um Rio de Esperança”, de Lilyan Galeno; o quarto, “Mãe África”, de Andréia Alves e, o quinto, com Antônio Sérgio Faciroli, por “Paris, glamour, poder e glória da Cidade Luz”. Finalizando os desfiles, a categoria Luxo Masculino teve como vencedor um carnavalesco que é apontado como o sucessor de Valdir Gomes – que hoje é hors-concours, em virtude dos inúmeros prêmios ganhos nos mais diferentes concursos na Capital e fora dela. Adão Silva, o Adãozinho, sagrou-se campeão na categoria com “Taharqa, saudação aos grandes reis africanos”, sendo o último a desfilar. “Minha alegria é enorme nesta noite, sou tricampeão; amanhã, já tenho que começar a me preparar para o concurso de Corumbá”, comentou. “O cavaleiro do amor”, de Leandro Barone, ficou em segundo lugar; em terceiro Silvio Gomes com “Akhenaton, o grande Faraó do Egito”; o quarto, “Guardião do Pantanal”, de Nilton da Silva e o quinto para “Explosão corintiana”, de Paulo Matias. Para o diretor-presidente da Fundação Municipal de Cultura (Fundac), promotora do concurso, o concurso voltou para ficar: “Trata-se do resgate da disputa, da criatividade e do glamour. É preciso, agora, identificar as carências e ajudar estes carnavalescos a prepararem o desfile do próximo ano, temos que sensibilizar os empresários a participar, a adotarem os carnavalescos”. O “grand-finale” do evento foi com o desfile do hors-concours Valdir Gomes, vestindo a fantasia “O último imperador chinês”. Ele foi aplaudido em pé pelo público e ovacionado enquanto exibia performance na passarela. Michele e Banda fizeram a animação musical.

Felpuda


Sem conseguir controlar a verborragia, figurinha estreante no mundo político-partidário, e que se acha “o último biscoito do pacote”, acabou batendo de frente com titãs da política. Primeiro perdeu os anéis e, agora, os dedos correm sérios riscos. Anda “ameaçando” deixar o lugar onde se encontra, só que por lá vem ouvindo frases como “se é por falta de adeus...”, “os incomodados que se mudem” e “não fará nenhuma falta”.

Como se vê...