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Aprenda a eliminar o mofo de armários, paredes e roupas

Aprenda a eliminar o mofo de armários, paredes e roupas
31/12/2013 01:00 - terra


Chegam, enfim, as férias de verão. Mas, no momento em que você resolve revirar o armário e fazer as malas para aquela viagem tão esperada, descobre que suas blusas e toalhas estão mofadas – e que mesmo a parte de trás do armário exibe as inconvenientes manchas. É desagradável, sobretudo quando o problema é detectado em cima da hora, mas nada que não se possa resolver.

Para remover as manchas de paredes e armários, a personal organizer e consultora doméstica Lucy Mizael, de Vitória, sugere esfregar o local com vinagre branco ou com água sanitária (quatro colheres de sopa diluídas em água).

Nas roupas, a ação vai depender do tipo de tecido. Para eliminar o problema das brancas de algodão, por exemplo, use álcool. Nas coloridas, umedeça a peça com suco de limão, esfregue delicadamente e deixe agir por cinco minutos antes de enxaguar. As de seda ou as sintéticas devem ser deixadas um dia de molho no leite, e depois devem ser lavadas normalmente. “Aquelas roupas de frio pesadas, que raramente usamos, devem ser lavadas a cada seis meses, ou guardadas em embalagens a vácuo”, completa.

O melhor, como sempre, é prevenir. Lucy explica que o que mais atrai mofo são roupas que guardadas sujas ou junto a papéis e sacos plásticos – estes materiais impedem a circulação de ar e atraem umidade.

“Uma boa medida para proteger o guarda-roupa é mantê-lo pelo menos cinco centímetros afastados das paredes, quando possível. Além disso, o armário deve ser lavado pelo menos a cada 30 dias com vinagre branco. Para completar, deixe um pote com duas colheres de sal ou cal no local, para absorver a umidade”, sugere.

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.