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Brasileira e musa paraguaia são eliminadas no lançamento de dardo

Brasileira e musa paraguaia são eliminadas no lançamento de dardo
07/08/2012 09:23 - terra


A brasileira Laila Ferrer e Silva não conquistou um lugar na decisão do lançamento de dardo dos Jogos Olímpicos de Londres. Na manhã desta terça-feira, a competidora nacional terminou a eliminatória da modalidade somente na 21ª colocação, com a marca de 58.39 m. Na mesma prova, a musa paraguaia Leryn Franco também fracassou na tentativa de terminar entre as 12 e avançar à final ao terminar à frente somente de quatro atletas que registraram marcas - outras quatro queimaram as três tentativas.

Primeira colocada no GP Brasil de Atletismo deste ano, Laila não repetiu o bom desempenho alcançado em maio, no Estádio do Engenhão. Enquanto arremessou o dardo no Rio de Janeiro até uma distância de 60,21 m, a brasileira, nas três tentativas que teve nas eliminatórias, impulsionou o objeto a uma marca de 58,39 m e ficou longe de assegurar um lugar entre as 12 primeiras.

Outra representante sul-americana na prova, a musa paraguaia Leryn Franco também não foi bem. Em sua terceira participação olímpica, a atleta terminou a competição na 34ª posição. A colocação é melhor em relação à Pequim, 2008, quando terminou no 51º posto , e também em Atenas, evento no qual terminou fora do grupo das 40 melhores.

A liderança das eliminatórias ficou com a checa Barbora Spotakova, campeã olímpica em Pequim, há quatro anos. A medalhista de ouro na China lançou o dardo a uma distância de 66,19 m e adquiriu o favoritismo para novamente brigar pelo lugar mais alto do pódio. Terceira na Olimpíada de 2008, Christina Obergfoll terminou em segundo, apenas cinco centímetros atrás. Bronze no Mundial de Daegu, no ano passado, a sul-africana Sunette Vijoen terminou a qualificação em terceira, com 65,92 m.

Felpuda


Nos bastidores, conversas, ou melhor, quase sussurros, dão conta de que compromisso assumido teria prazo de validade se acontecer a vitória de aliado.

A partir de então, o papo passaria a ser bem, mas bem diferente mesmo, pois, com acordo cumprido, novos objetivos passariam a ser fonte dos desejos, e sem nenhuma moeda de troca.

No caso, não haveria mais sequer um fio de bigode. Tipo, cada um na sua.