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Carro de Bieber chegou a 218,8 km/h antes da prisão em Miami, informa site

Carro de Bieber chegou a 218,8 km/h antes da prisão em Miami, informa site
09/02/2014 07:44 - G1


O carro de Justin Bieber chegou a 218,8 km/h poucas horas de o cantor ser preso em Miami no dia 23 de janeiro, informa neste domingo (9) o TMZ, que alega ter obtido o registro completo do GPS do automóvel, um Lamborghini alugado. De acordo com o site de celebridades, o pico de velocidade foi atingido à 1h23 da madrugada (horário local). Em seguida, o músico passou por uma casa noturna.

Ele foi detido mais tarde, às 4h09, por supostamente participar de um racha. Ficou preso por mais de oito horas – acusado de dirigir sob efeito de drogas e álcool, de resistência à prisão e de digirir com habilitação vencida – e foi solto após pagar fiança de US$ 2,5 mil. O julgamento está marcado para o dia 3 de março.

Ainda no final de janeiro, no entanto, o TMZ informou que Justin Bieber não participava de um "racha" antes de ser abordado pela polícia de Miami. Na ocasião, o site reproduziu dados do GPS do Lamborghini apenas no período imediatamente anterior à abordagem. E não havia indícios de que ele estivesse disputando uma corrida de rua. De acordo com o relatório, não constava qualquer registro de aceleração brusca.

A polícia de Miami teria alegado inicialmente que a velocidade do automóvel estava entre 88,5 km/h e 96,5 km/h. Segundo o TMZ, contudo, o GPS aponta que, às 4h07, a velocidade máxima a que o veículo chegou foi 70,8 km/h. Dois minutos depois, no trecho em que teria ocorrido o "racha", a velocidade máxima era de 43,4 km/h – exatamente o limite da avenida pela qual ele circulava.

O TMZ lembra ainda que, segundo policiais, dois SUV (automóveis de grande porte) teriam sido usados para "bloquear" o tráfego e permitir a suposta corrida. Mas os dados do GPS de um deles não apontam nenhuma interrupção de movimento na hora em que teria ocorrido o pega, ou seja, ele não ficou parado. Segundo o site, isso pode representar problemas para a promotoria do caso, já que o motivo da abordagem seria inexistente. Vídeos obtidos pelo TMZ também não mostrariam um pega de rua.

No dia 30 de janeiro, o site informou que um exame de urina feito em Justin Bieber mostrou que ele estava sob efeito de maconha e remédios ao ser detido. O teste, segundo o site, indicou as substâncias THC, presente na maconha, e Alprazolam, ingrediente do ansiolítico Xanax. O exame deu negativo para cocaína e outras drogas. O site não informou se o exame incluiu a medição de álcool no organismo. Veja a suposta cópia do resultado do exame no site TMZ.

Prisão em Miami
Em relação ao uso do álcool, o teste sanguíneo aplicado em Justin Bieber pelo departamento de polícia de Miami apontou que o artista não estava embriagado. Segundo o TMZ, o resultado do exame indicou que Bieber apresentou um índice de 0,014, o que significa que ele tinha 0,14 ml de álcool a cada litro de sangue.

O número representa uma quantidade ínfima de álcool no organismo. No entanto, policiais tinham dito inicialmente ao TMZ que o teste apontou 0,040, o que indicaria 0,40 ml de álcool por litro de sangue. O site aponta uma possível falsificação do relatório policial, afirmando que o departamento de Miami sofreu problemas de credibilidade em casos passados.

Bieber liberado da prisão no mesmo dia da detenção. Fãs e jornalistas cercaram o automóvel em que o cantor deixou o local após comparecer diante de um juiz. O músico acenou para os fãs, aparecendo em cima de um veículo SUV, na saída da prisão.

Justin estava no Centro de Correção Turner Guilford Knight em Miami. O juiz Joseph Farina confirmou o valor da fiança de US$ 2,5 mil (cerca de R$ 6 mil) para que o cantor fosse liberado.

Logo depois de fichar o cantor, a polícia liberou uma "mugshot", a foto do momento de sua prisão. Ele aparece sorrindo nas fotos do registro. Já na audiência, que ocorreu em seguida, ele compareceu mais sério.

Felpuda


Com trabalho suspenso, por causa da Covid-19, investigação parou sem ter começado e, agora, dois dos cabeças do grupo de trabalho estão “chovendo no molhado”. Assim, para continuar, digamos, em evidência, vêm divulgando sobre a “firmeza” de ambos em “dar continuidade”, tão logo acabe a pandemia que, assim como os resultados dos trabalhos, são incógnitas que só. Portanto, melhor seria aguardar o desenrolar dos acontecimentos para sair “cantando de galo”.