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PROPOSTA

Clube da Chechênia sonha em contratar Ronaldo

Clube da Chechênia sonha em contratar Ronaldo
25/02/2011 16:00 - terra


O Terek Grozny, clube da república russa da Chechênia, sonha em contratar o brasileiro Ronaldo, que anunciou aposentadoria na semana passada, com uma proposta de US$ 8 milhões por um ano e meio, depois de contratar o técnico holandês Ruud Gullit.

O jornal Tvoi Den informa que as negociações entre a equipe e o atacante de 34 anos acontecerão no dia 8 de março, quando jogadores da Seleção Brasileira que conquistaram a Copa do Mundo de 2002 disputarão uma partida de exibição na Chechênia.

"Ronaldo encerrou a carreira há alguns dias e o Terek está tentando usar este argumento", afirmou um agente russo. "Ronaldo foi convidado a visitar a Chechênia, mas não recebemos uma resposta", completou.

O atleta anunciou na segunda-feira da semana passada o fim da carreira e informou que pretende ajudar na coordenação da Copa do Mundo do Brasil 2014.

O Terek Grozny deseja estimular o esporte na região da Chechênia e deu início ao projeto com a contratação do ex-jogador holandês Ruud Gullit como técnico.

Na temporada passada, encerrada em novembro, o clube correu risco de ser rebaixado para a segunda divisão russa.

Fundado em 1958, o Terek não competiu entre 1990 e 2001 em consequência das guerras entre separatistas e o Exército russo que devastaram a Chechênia a partir de 1994.

O governo da Chechênia anunciou na semana passada um convite às estrelas brasileiras que venceram o Mundial de 2002 para um jogo de exibição contra a "equipe de Ramzam Kadyrov", presidente do clube checheno e que governa a república.

Na semana passada, o Anzi Makhachkala, contratou o lateral Roberto Carlos por dois anos e meio, com contrato de cinco milhões de dólares.

Felpuda


Nos bastidores, há quem garanta que a única salvação, de quem está com a corda no pescoço, é ele aceitar ser candidato a vice-prefeito em chapa de novato no partido. Vale dizer que isso nunca teria passado por sua cabeça, uma vez que foi eleito com, digamos, “caminhão de votos”. Se aceitar a imposição, pisaria na tábua de salvação; se recusar, poderá perder o mandato. Ah, o poder!