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Com Brasil fora, Simon pode apitar o jogo final

Com Brasil fora, Simon pode apitar o jogo final
03/07/2010 00:12 -


JOHANNESBURGO, ÁFRICA DO SUL

Com a seleção fora da Copa do Mundo, o Brasil pode voltar a ter um árbitro na final pela primeira vez desde 1986. Após boas atuações na primeira fase, Carlos Eugênio Simon está liberado para atuar na fase decisiva do torneio, e pode até repetir Romualdo Arpi Filho e Arnaldo Cezar Coelho.
A relação entre as duas situações é determinada pela Fifa, que proíbe que um árbitro seja escolhido para um jogo de seu próprio país, até mesmo em partidas amistosas.
Até aqui, Carlos Eugênio Simon apitou duas partidas. Na primeira rodada, chamou pouca atenção na partida entre Inglaterra e Estados Unidos. Na terceira, quando Alemanha e Gana se enfrentaram, ele repetiu o bom desempenho. “Fomos muito bem. Recebi muitos elogios. Dignificamos a arbitragem brasileira”, disse Simon no início da semana. “Tenho 44 anos, 70 quilos e 1m79. Estou em condições físicas extraordinárias e pronto para tudo”, completou.
Ao lado dele, poderiam atuar também os auxiliares Roberto Braatz e Altemir Haussman. É costume da Fifa manter os trios formados por assistentes do mesmo país que o árbitro.

Felpuda


Mesmo sabendo que não é fácil conquistar a vitória, alguns políticos em pleno exercício do mandato disputam eleições, querendo trocar o Legislativo pelo Executivo e se dizendo preocupados com as necessidades do município. 

A jogada é antiga: fazem campanha eleitoral antecipada, pois vão tentar a reeleição, e começam a “trabalhar” o nome desde já. É bom lembrar o dito popular: “De boas intenções o inferno está cheio”. Ah, o poder!