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ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

CPI da Saúde torrou mais de R$ 330 mil

CPI da Saúde torrou mais de R$ 330 mil
11/02/2014 00:00 - TAVANE FERRARESI


A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul divulgou, ontem, que o presidente da CPI da Saúde, deputado estadual Amarildo Cruz (PT), utilizou R$ 330.427,23 do erário público. O valor, considerado o maior da história do Legislativo em se tratando de Comissão Parlamentar de Inquérito, gerou diversas críticas do deputado estadual Marquinhos Trad (PMDB) que, inclusive, chegou a denunciar o caso no Ministério Público Estadual (MPE).

Para o peemedebista, Amarildo empregou irregularmente o valor disponibilizado para os trabalhos da CPI, já que, dos cinco integrantes, o petista solicitou todo o valor praticamente sozinho.

Outra desconfiança de Marquinhos foi com a contratação de consultor de São Paulo, Carlos Roberto Soares Freire Revoredo. Na época, foi veiculada a possibilidade desse contratado ter recebido sozinho em torno de R$ 70 mil. As declarações irritaram o presidente da CPI que chegou a chamar Trad de “inconsequente”.

Para se defender, o deputado estadual também afirmou que provaria na prestação de contas da comissão que o salário de Revoredo não era tão alto. Mas com a divulgação dos valores ontem, não é possível afirmar quanto foi pago no total ao consultor. Isto porque as especificações das despesas vão até o dia 08 de agosto, sendo que o término dos trabalhos ocorreu no dia 13 de dezembro do ano passado.

Ainda conforme a divulgação dos dados, assinada pelo próprio Amarildo, consta o pagamento de R$ 3.118,10, no mês de junho, quando no mês seguinte o valor pago ao funcionário subiu para R$ 11.258,00.  

Felpuda


Comentários ouvidos pela “rádio peão”, em ondas curtas, são de que figurinha só ganharia apoio dos colegas caso pessoa agregada fosse “curtir a aposentadoria” de uma vez por todas. Como seu acordo político acabou naufragando nesta campanha, agora dito-cujo estaria querendo recuar e não ceder o lugar. 

Isso até poderia acontecer, se não fosse a sua, digamos, eminência parda. Afe!