Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

CPMI do Cachoeira ouve mais três pessoas ligadas ao governador de Goiás

CPMI do Cachoeira ouve mais três pessoas ligadas ao governador de Goiás
27/06/2012 07:12 - AGÊNCIA BRASIL


A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira toma hoje (27) o depoimento de mais três pessoas ligadas ao governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Serão interrogados Jayme Eduardo Rincón, ex-tesoureiro da campanha do governador, Eliane Gonçalves Pinheiro, ex-chefe de gabinete de Perillo, e o radialista Luiz Carlos Bordoni.

Ontem, a CPMI ouviu Lúcio Fiúza Gouthier, ex-assessor do governador de Goiás, Écio Antônio Ribeiro, um dos donos da empresa Mestra Administração e Participações, e o arquiteto Alexandre Milhomen, responsável pela reforma na casa onde foi preso o empresário goiano Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Lúcio e Écio conseguiram no Supremo Tribunal Federal habeas corpus garantindo o direito de permanecer em silêncio.

Os depoimentos de hoje estão previstos para começar às 10h15. Rincón é suspeito de ter recebido R$ 600 mil do grupo de Cachoeira. Eliane Gonçalves é acusada de repassar informações sobre operações policiais aos investigados pelas operações Monte Carlo e Vegas. Ela foi flagrada em conversas interceptadas pela Polícia Federal e seria uma das integrantes do grupo que recebeu de Cachoeira telefones celulares por meio de rádio habilitados em Miami (EUA). Na primeira vez em que foi convocada, Eliane não compareceu alegando problemas de saúde.

O radialista Luiz Bordoni afirmou, em entrevista, que recebeu dinheiro da empresa Alberto & Pantoja Construções. A quantia seria o pagamento de serviços prestados durante a campanha de Perillo ao governo de Goiás em 2010.

Felpuda


A lista do Tribunal  de Contas de MS,  com nomes de gestores que tiveram reprovados os balanços financeiros  de quando exerceram cargos públicos,  está deixando  muitos candidatos de cabeça quente.  Conforme previsto  pelo Diálogo, adversários estão se utilizando de tais dados para cobrar, principalmente nas redes sociais, deixando alguns gestores na maior saia justa e tendo que se explicar. O eleitor, por enquanto, só observa. E dê-lhe!