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TRÊS LAGOAS

Depois de executar rapaz, homem é morto pela PM

Depois de executar rapaz, homem é morto pela PM
19/01/2014 09:30 - Rádio Caçula


Um domingo com a madrugada violenta foi registrado em Três Lagoas, com duas pessoas mortas a tiros.

Segundo as informações colhidas pela reportagem do site Rádio Caçula, o fato teve início quando Anderson Campos da Silva, conhecido como “Derson” ou “Derção” estava em uma casa de show´s localizada na Avenida Ranulpho Marques Leal. Testemunhas disseram que ele por volta das 03h20min teria saído do estabelecimento e seguiu Jeferson Muniz Ederich, o “Tito”, que estaria acompanhado da namorada. O casal também estava na casa noturna. Ninguém soube dizer o porquê “Derção” seguiu os dois.

Ao chegar a sua camionete, uma S10/Chevrolet que estava estacionada em uma área de em frente ao estabelecimento, Jeferson e a namorada entraram no veículo e foram surpreendidos por Anderson que chegou atirando contra o carro, do lado esquerdo, com uma pistola 9mm.

Segundo testemunhas foram vários disparos. “Tito” foi atingido por pelo menos 08 tiros, na região do peito e na cabeça, tendo morte instantânea. A namorada da vítima conseguiu fugir e não foi revelado se ela sofreu ferimentos no atentado.

Fuga e perseguição

Uma viatura da Rondas Ostensivas Táticas do Interior (Rotai) que estava em patrulhamento pela região, passou em frente a casa de shows, os policiais ouviram os disparos, voltaram para o estacionamento e se depararam com o autor “Derção” em fuga, correndo a pé em meio ao matagal.

A guarnição iniciou a perseguição e percebeu que o autor dos disparos empreendeu fuga pulando os muros das residências da região como forma de tentar despistar os policiais.

A viatura, no intuito de localizar o autor que estava em fuga, traçou uma rota no sentido a Rua Luis Correa da Silveira e se deparou com Anderson pulando o muro de um comércio local. Ao avistar a viatura da Rotai, “Derção” disparou dois tiros contra os policias, que revidaram e acabaram alvejando o autor que caiu ferido e foi socorrido pelos militares, sendo levando ao Hospital Auxiliadora, mas devido a gravidade dos ferimentos não resistiu e morreu.

Felpuda


Com trabalho suspenso, por causa da Covid-19, investigação parou sem ter começado e, agora, dois dos cabeças do grupo de trabalho estão “chovendo no molhado”. Assim, para continuar, digamos, em evidência, vêm divulgando sobre a “firmeza” de ambos em “dar continuidade”, tão logo acabe a pandemia que, assim como os resultados dos trabalhos, são incógnitas que só. Portanto, melhor seria aguardar o desenrolar dos acontecimentos para sair “cantando de galo”.