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FÓRUM MUNDIAL

Dilma: Brasil tem grandes mercados

Dilma: Brasil tem grandes mercados
25/01/2014 00:00 - band


Em discurso no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, a presidente Dilma Rousseff apresentou o cenário da economia brasileira aos investidores internacionais, dizendo que o país está “na direção das oportunidades”. “O Brasil vem experimentando uma profunda transformação social nos últimos anos”, apontou Dilma, lembrando que a classe média brasileira tem cerca de 36 milhões de pessoas. 

Como argumento para atrair investidores, a presidente apontou que grande parcela da população ainda não possui produtos como televisão de tela plana, por exemplo. “Somos hoje um dos maiores mercados para carros, computadores, fármacos, cosméticos”, afirmou Dilma.

A presidente lembrou que a inflação no país permanece sob o controle e afirmou que, “desde 1999, o Brasil segue o regime de metas”, lembrando que a experiência do passado brasileiro com elevadíssimas taxas de inflação “ensinou o poder destrutivo” delas. “Estabilidade da moeda é hoje um valor central. Não transigimos com a inflação”.

Dilma reiterou aos investidores que haverá “respeito a contratos”, além de um “ambiente estável e atrativo”. Para isso, ela diz que se buscará melhoria da estrutura da economia brasileira, além de reduzir a burocracia. Para fortalecer seu ponto, ela citou os recentes processos de concessão de estradas e aeroportos.

As manifestações também foram abordadas pela presidente no pronunciamento ao mercado global. Dilma procurou tranquilizá-los dizendo que os atos representam um “maior acesso à informação e mais consciência de direitos” pelos cidadãos, que “teriam novas demandas”. “Essas manifestações são parte indissociável da construção de democracia. Meu governo ouviu e compreendeu a voz das ruas. Eles não pediram volta atrás, mas um avanço para um futuro de mais direito, participação. Democracia gera desejo de mais democracia; qualidade de vida desperta anseio de mais qualidade de vida”.

Felpuda


Com trabalho suspenso, por causa da Covid-19, investigação parou sem ter começado e, agora, dois dos cabeças do grupo de trabalho estão “chovendo no molhado”. Assim, para continuar, digamos, em evidência, vêm divulgando sobre a “firmeza” de ambos em “dar continuidade”, tão logo acabe a pandemia que, assim como os resultados dos trabalhos, são incógnitas que só. Portanto, melhor seria aguardar o desenrolar dos acontecimentos para sair “cantando de galo”.