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Dilma diz não discriminar governador de oposição e alfineta Aécio

Dilma diz não discriminar governador de oposição e alfineta Aécio
17/01/2014 17:45 - Folhapress


Em seu primeiro compromisso público do ano, a presidente Dilma Rousseff afirmou hoje que não pode fazer "discriminação por partido político" ao anunciar recursos federais para obras.
Um dia depois de seu opositor na corrida ao Palácio do Planalto, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), afirmar que o governo federal "lava as mãos" para a questão prisional no país e "empurra a responsabilidade para os ombros dos Estados", Dilma defendeu uma gestão "cooperativa" entre as instâncias da federação em qualquer questão.

Em seu discurso na capital mineira, Dilma usou a mesma expressão que Aécio: "Pensou-se no passado que o governo, a União podia ter uma atitude meio Pôncio Pilatos: lavar as mãos para o problema".

"O que nos une é o fato de que todos nós fomos eleitos pelo voto popular. E é isso que fundamenta a nossa cooperação. Nós temos que responder a todos que nos elegeram e também aos que não votaram em nós", disse Dilma.

"Eu sou presidenta de todos os brasileiros. Agora, como presidenta de todos os brasileiros eu não posso fazer discriminação por partido político, time de futebol (...), por religião", continuou.

Ao lado do pré-candidato petista ao governo mineiro, o ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento), a presidente anunciou R$ 2,5 bilhões para obras de mobilidade urbana, como metrô em Belo Horizonte, BRT, corredores exclusivos de ônibus e linhas ferroviárias.

É a sétima vez nos últimos seis meses que a presidente viaja a Minas Gerais. Desde então, destinou investimentos para o PAC Cidades Históricas, participou de atos do Pronatec (programa de ensino técnico do governo federal), sobrevoou áreas alagadas por conta das chuvas do ano passado.

É em MG que, na avaliação de aliados da presidente, que se dará uma das mais disputadas brigas na corrida ao Palácio do Planalto nas eleições. 

Felpuda


Partido político está vivendo processo de autofagia cá por essas bandas. Nada de ideologia ou defesa dos interesses dos filiados. O problema, segundo os mais observadores, é que lideranças não se contentaram em ter cada uma o seu pedaço e decidiram tomar conta com exclusividade do espólio, que, aliás, é regado com cifras milionárias. A legenda deverá se transformarem uma máquina de lavar, no caso, cheia de roupas sujas. E dê-lhe!