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CIDADES

Em 24 horas, foram detidos 14 estrangeiros ilegais

Em 24 horas, foram detidos 14 estrangeiros ilegais
19/03/2010 06:12 -


Sem visto, dinheiro, malas e muito menos sem saber falar português, 14 haitianos foram flagrados em Miranda, distante 194 quilômetros de Campo Grande, em menos de 24 horas. O primeiro grupo, com oito integrantes, acabou preso em hotel da cidade, na manhã de quarta-feira (17). Os demais, quando chegavam ao município ontem de madrugada. Os dois homens, três mulheres e uma criança flagrados ontem foram abordados, às 3h30min, no momento em que os carros passavam pelo posto de fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF), no quilômetro 600 da rodovia BR-262. O grupo estava dividido em dois táxis, ambos com placas de Corumbá. Um dos haitianos, que fala espanhol, disse aos policiais rodoviários que cada taxista cobrou deles 200 dólares (R$ 350,00) para fazer a viagem de Corumbá a Miranda. Ele não soube explicar aos policiais onde conseguiram dinheiro para pagar o transporte e também não deu detalhes de como atravessaram a fronteira nem por que estariam vindo ao Brasil. De acordo com a PRF, eles pretendiam vir para Campo Grande e depois seguir para Goiânia (GO). O grupo foi encaminhado à Polícia Federal (PF), na Capital. O procedimento vale para todos os estrangeiros em situação irregular no País. Eles foram levados para o Centro de Triagem e Encaminhamento ao Migrante (Cetremi). Segundo a Polícia Federal, os taxistas flagrados com haitianos foram multados em R$ 827,50 por estrangeiro transportado no veículo. Eles podem recorrer da multa em até cinco dias. Conforme a PF, o responsável pelo transporte é obrigado a pedir documentos para estrangeiros. Hotel O primeiro grupo preso não deu detalhes à polícia sobre o que faria no Brasil. O único documento deles é o passaporte, que tem apenas o carimbo alfandegário do Panamá. A criança, de seis anos, nem o passaporte tem. Eles foram flagrados em operação realizada pela PRF em parceria com a Polícia Civil em Miranda. O grupo também foi para o Cetremi. Rota Para entrar no Brasil, os dois grupos fizeram a mesma rota: de Puerto Suárez, na Bolívia, os haitianos atravessaram a fronteira com Corumbá e, então, em táxis, foram para Miranda. Não há detalhes sobre o destino deles nem se chegaram ao País através de “coiotes”. Segundo a PF, inicialmentte, não foi detectado agenciamento dos grupos. A hipótese será investigada nos dois casos.

Felpuda


Comentários maldosos nos meios políticos dão conta que duas figurinhas que se rebelaram contra os próprios colegas poderão ficar no sereno político e, de forma indireta, serem personagens das próprias manifestações.

Um deles defendeu a redução do número de vereadores, e o outro disse ter vergonha de exercer o cargo. Agora enfrentam altos e baixos na campanha eleitoral.