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Erosão em Ivinhema é controlada

Erosão em Ivinhema é controlada
03/02/2010 07:48 - FÁBIO DORTA, DOURADOS


A erosão gigante que ameaça engolir parte do município de Ivinhema, que fica a 224 quilômetros de Campo Grande, está controlada, mas poderá aumentar caso volte a chover forte nos próximos dias. A voçoroca, aberta em dezembro do ano passado, está com 240 metros de comprimento, 40 metros de altura e quase 15 metros de profundidade. A fenda aberta no bairro Piravevê, no curso do córrego Ponta Porã, fez desmoronar metade da calha de águas pluviais construída com cimento e já está a menos de 300 metros de distância da Avenida Estados Unidos, onde ficam estabelecimentos comerciais, residências e a delegacia de Polícia Civil. O secretário municipal de Obras, Valter Sacaramal, disse ontem que o trabalho de contenção conseguiu evitar que a erosão se alastrasse mas, segundo ele, caso volte a chover forte, podem ocorrer deslizamentos, prejudicando o trabalho que foi feito. “Se voltar a chover 50, 60 milímetros, a erosão tende a aumentar”, afirmou. Perigo O secretário disse que os serviços de contenção resistiram bem à chuva de 30 milímetros que caiu no último sábado, dia 30 de janeiro, mas que dificilmente resistiria a uma precipitação maior. Por causa da erosão foi decretado e homologado estado de emergência e a prefeitura aguarda a liberação de recursos federais para obras que resolvam de vez o problema. O município já enfrentou outras três erosões gigantes, a primeira em 1978, no mesmo local, e outras duas no final da década de 1990, em dois bairros da periferia da cidade, os jardins Triguinã e Itapoã. Nestes casos, a situação foi controlada, embora centenas de famílias morem nas proximidades de imensos buracos.

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!