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POLÍTICA

Espetáculo explora arte versus status

Espetáculo explora arte versus status
29/04/2010 06:34 -


As relações entre amor, arte e obsessão são exploradas como mote no espetáculo “O terceiro quarto amarelo e o diário de um homem so’lo”, do Grupo Teatral Palco, coordenado por Espedito di Montebranco, que atua e dirige a peça. A estreia acontece hoje, às 20h, no Teatro Aracy Balabanian e faz parte do Projeto Cena Som, da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS). Comemorando 15 anos de existência com a montagem, que conta com texto original escrito por Espedito, haverá apresentações nos dias 30, 01, 02, 03 e 04 de maio no mesmo horário.
Dividindo o palco com o ator, que interpreta o poeta e ator teatral Lucas, a atriz Camilah Brito interpreta Stela, garota de programa abandonada pelo marido que divide o quarto com ele. O espetáculo mostra a trajetória do ator, que aos 39 anos se sente frustrado em razão da falta de sucesso e passa a consumir drogas. Para Espedito, o personagem central não se sente satisfeito em ser um artista, tendo a necessidade de alcançar o “status” de trabalhar com arte.
“Muitas vezes, o artista quer um reconhecimento que ele mesmo não sabe qual é. Receber cinco pessoas no teatro para assistir ao meu trabalho já não é uma mostra disso?”, indaga Espedito. Segundo ele, este trabalho do grupo pretende apresentar perguntas, muito mais que respondê-las. “São questionamentos sobre o que é amor, paixão, posse, sobre a condição do artista, entre outras coisas”, aponta o diretor.
Espedito acredita que comemorar 15 anos do grupo com esse espetáculo é algo que funcionou muito bem. “É um trabalho que fala sobre o fazer teatral, sobre as dificuldades e a necessidade de espaço que essa arte tem”, explica.
Com um texto pesado e forte conteúdo dramático, “O terceiro quarto amarelo e o diário de um homem so’lo” se foca no uso da palavra, valendo-se de poemas pouco conhecidos de Manoel de Barros, além de canções de outros artistas, que são utilizados na composição e na trilha sonora do espetáculo. A classificação etária é de 14 anos e os ingressos custam R$ 7,50 (meia) e R$ 15 (inteira). (TA)

Felpuda


Figurinha está trabalhando intensamente para tentar eleger a esposa como prefeita de município do interior.

Até aí, uma iniciativa elogiável. Uns e outros, porém, têm dito por aí que seria de bom tom ele não ensinar a ela, caso seja eleita, como tentar fraudar folha de frequência de servidores. 

Afinal, assim como ele foi flagrado em conversa a respeito com outro colega, não seria nada recomendável e poderia trazer sérias consequências. Só!