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ALGODÃO

Farm Bill é lei danosa, avalia associação

Farm Bill é lei danosa, avalia associação
16/02/2014 00:00 - DA REDAÇÃO


O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Gilson Pinesso, avaliou a nova Farm Bill, a lei agrícola dos Estados Unidos, que promete acabar com os subsídios americanos aos produtores de algodão. “A lei continua danosa ao comércio mundial de algodão. A nova Lei Agrícola e os programas de seguro propostos por ela tendem a causar distorções ainda maiores nos preços e na produção de algodão do que no passado, com a expectativa de causar impactos brutais para os produtores brasileiros”, diz Pinesso.


De acordo com estudos feitos pela Abrapa, ainda que a nova Farm Bill elimine os pagamentos diretos aos produtores norte-americanos, ela cria um novo mecanismo de seguro – STAX – que é complementar ao já existente CIP, que garante, por exemplo, até 90% da receita esperada pelos produtores americanos. Além disso, o programa prevê que o governo norte-americano pague até 80% do prêmio do seguro, garante pagamentos vinculados a preços e produção correntes e não tem limites de pagamento.

Dessa forma, a previsão é um aumento significativo nos pagamentos aos produtores e consequente queda nos preços do algodão. “A estimativa de supressão do preço internacional é de 7%, podendo chegar até a 13,4% a depender das condições de mercado”, afirma o presidente da Abrapa.

Além das distorções causadas pela nova lei, Pinesso lembra ainda, que os Estados Unidos deixaram de cumprir com o acordo firmado entre os países, quando deixaram de pagar a parcela mensal destinada ao Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), em outubro de 2013. “Não nos resta outra opção que não seja a retaliação. Esperamos que a Camex seja sensível para entender este ponto”, explica.

Fonte: ABRAPA

Felpuda


Dia desses, há quem tenha se lembrado de opositor ferrenho – em público –, contra governante da época, mas que não deixava de frequentar a fazenda de “sua vítima” sempre que possível e longe dos olhos populares. Por lá, dizem, riam que só do fictício enfrentamento de ambos, que atraía atenção e votos. E quem se lembrou da antiga história garantiu que hoje ela vem se repetindo, tendo duas figurinhas carimbadas nos papéis principais. Ô louco!