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Foto no Oscar foi jogada de marketing da Samsung, diz jornal

Foto no Oscar foi jogada de marketing da Samsung, diz jornal
05/03/2014 23:00 - Folhapress


Mais retuitada do que a famosa foto do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, abraçando sua esposa, Michelle, após a reeleição, em 2012, o autorretrato "espontâneo" comandado pela apresentadora Ellen DeGeneres durante a cerimônia de entrega do Oscar 2014 não teria passado de uma jogada de marketing da Samsung, de acordo com o "Wall Street Journal".

A chamada "selfie", na qual DeGeneres aparece ao lado de astros como Bradley Cooper, Angelina Jolie, Brad Pitt, entre outros, faria parte de um acordo da empresa com a organização da festa e segundo o qual o smartphone Galaxy Note 3 seria "integrado" à cerimônia.

A foto foi compartilhada mais de três milhões de vezes em cerca de duas horas durante a transmissão da 86ª edição do Oscar.

A Samsung teria desembolsado US$ 20 milhões em anúncios a serem veiculados durante a cerimônia. Segundo fontes ouvidas pelo "Wall Street Journal", a empresa entregou à emissora ABC, responsável pela transmissão do Oscar, smartphones para serem usados durante a cerimônia e obteve a promessa da TV de que os aparelhos seriam exibidos.

Nas semanas que antecederam o evento, a apresentadora teria tido a ideia de tirar "selfies" durante o Oscar e, de acordo com o jornal, a "ABC" teria sugerido que ela usasse um smartphone da Samsung, já que a empresa estava patrocinando a festa.

Executivos da sul-coreana chegaram a treinar DeGeneres sobre como usar o Samsung Galaxy. A estratégia teria surtido efeito, pois em determinado momento da cerimônia a Samsung chegou a receber 900 menções por minuto no Twitter, mesmo a marca não tendo sido mencionada durante a exibição da cena do "selfie".

Procurada pelo "Wall Street Journal", a Samsung não quis comentar detalhes de seu acordo com a emissora. Vale lembrar que, durante a cerimônia, a apresentadora postou fotos com seu aparelho iPhone, da concorrente Apple. 

Felpuda


Comentários ouvidos pela “rádio peão”, em ondas curtas, são de que figurinha só ganharia apoio dos colegas caso pessoa agregada fosse “curtir a aposentadoria” de uma vez por todas. Como seu acordo político acabou naufragando nesta campanha, agora dito-cujo estaria querendo recuar e não ceder o lugar. 

Isso até poderia acontecer, se não fosse a sua, digamos, eminência parda. Afe!