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TRANSFERÊNCIA

Galo vendeu Diego Souza ao Vasco por R$ 4,6 milhões

Galo vendeu Diego Souza ao Vasco por R$ 4,6 milhões
03/03/2011 15:50 - r7


A diretoria do Atlético-MG divulgou uma nota esclarecendo a negociação que envolve a ida do armador Diego Souza para o Vasco. O clube mineiro, que era dono de 50% dos direitos econômicos do jogador, vai receber R$ 1,5 milhão de euros à vista, cerca de R$ 3,45 milhões, e outros 500 mil euros, ou R$ 1,15 milhão, a serem recebidos de forma parcelada, com garantias de pagamento pela empresa de material esportivo Penalty.

O time de São Januário vai pagar 1,2 milhão de euros (R$ 2,76 milhões) à Traffic, valor que seria pago pelo Atlético-MG para adquirir mais 20% dos direitos econômicos do atleta. Com a negociação concluída, o Galo ainda fica com 17% dos direitos de Diego Souza, que podem render frutos futuros ao time mineiro. O meia tinha contrato com os mineiros até 2014, mas como chegou a Belo Horizonte em junho passado, deixa o clube com apenas oito meses de vínculo cumprido.

Diego Souza foi revelado nas categorias de base do Fluminense. Ainda no início de sua carreira, atuava como segundo volante, com boa saída de bola e chutes potentes. Na equipe profissional do Fluminense, jogou em 69 partidas e marcou cinco gols, além de conquistar o Campeonato Carioca de 2005.

Suas boas exibições chamaram a atenção do Benfica, que contratou o jogador. Entretanto, o atleta utilizou a camisa do clube português em poucas ocasiões e foi emprestado ao Flamengo. No Rubro-Negro, sua passagem durou uma temporada, participando de 39 jogos e marcando sete gols. Após o fim de seu contrato, foi devolvido ao Benfica e novamente emprestado ao futebol brasileiro.
 
No Gêmio, em 2007, viveu grande fase técnica e foi campeão estadual pelo Tricolor gaúcho. Comprado pela Traffic, foi para o Palmeiras em 2008, onde teve momentos geniais que o levaram à seleção brasileira, mas também más fases e brigas com a torcida.

No Atlético-MG foram 32 jogos e apenas cinco gols marcados. Nesta temporada, o atleta vinha ficando na reserva e sendo aproveitado normalmente nos minutos finais do segundo tempo. Insatisfeito com a condição de regra três, Diego Souza pediu ao presidente Alexandre Kalil para ser vendido.

Felpuda


Nos bastidores, conversas, ou melhor, quase sussurros, dão conta de que compromisso assumido teria prazo de validade se acontecer a vitória de aliado.

A partir de então, o papo passaria a ser bem, mas bem diferente mesmo, pois, com acordo cumprido, novos objetivos passariam a ser fonte dos desejos, e sem nenhuma moeda de troca.

No caso, não haveria mais sequer um fio de bigode. Tipo, cada um na sua.