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ECONOMIA

Governo investiu R$ 51 milhões na agricultura familiar

Governo investiu R$ 51 milhões na agricultura familiar
24/08/2010 09:24 -


Carlos Henrique Braga

O Governo do Estado investiu R$ 51 milhões para reestruturar o órgão de assistência técnica a agricultores familiares, extinto pela administração anterior. A instituição, então chamada de Empresa de Pesquisa, Asssistência Técnica e Extensão Rural (Empaer), foi batizada como Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), em janeiro de 2007. Outros R$ 6,7 milhões, do governo federal, serão investidos na criação de centros de pesquisas na Capital e interior.
Para voltar a funcionar, foram contratados 72 servidores e comprados 109 veículos, 264 computadores e outros equipamentos, repassados às agências da Capital e do interior, ao custo de R$ 4,5 milhões. O dinheiro foi obtido por meio de parceria com o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA). Hoje, ela atende a 70 mil famílias de assentamentos rurais, indígenas e de outros locais.
Com  melhor estrutura, a agência pôde chegar a outras cidades do Estado, como Rochedo e Caracol, e hoje está em mais 68 municípios. Nesses locais, produtores comemoraram a chegada de resfriadores de leite, patrulhas mecanizadas, motoniveladoras e outros equipamentos que facilitam o trabalho no campo e turbinam os lucros.
O departamento de pesquisa também ganhou novo fôlego. O primeiro passo foi fazer um raio-x do setor. Levantar o dinheiro necessário para investir em pesquisa foi o próximo. Nessa etapa, entra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Embrapa, do governo federal, que aportou R$ 6,7 milhões na agência para compra de carros, tratores, implementos agrícolas e equipamentos de laboratório.
Desse modo, será possível criar centros de pesquisa em Campo Grande, Ponta Porã, Bandeirantes, Dourados, Ivinhema, Sonora e Anastácio. Os trabalhos serão executados em parceria com Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Secretaria de Meio Ambiente (Semact) e Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino (Fundect).

Felpuda


Partido político está vivendo processo de autofagia cá por essas bandas. Nada de ideologia ou defesa dos interesses dos filiados. O problema, segundo os mais observadores, é que lideranças não se contentaram em ter cada uma o seu pedaço e decidiram tomar conta com exclusividade do espólio, que, aliás, é regado com cifras milionárias. A legenda deverá se transformarem uma máquina de lavar, no caso, cheia de roupas sujas. E dê-lhe!