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CULTURA

Grupo Unicórnio encena três histórias para a criançada

Grupo Unicórnio encena três histórias para a criançada
02/07/2010 07:27 -


CRISTINA MEDEIROS
 
Um dos principais textos de teatro infantil escrito pelo autor e ator Jair de Oliveira, de Campo Grande, e que faz parte do livro “A onça-pintada põe as patas na estrada e outras peças...”, lançado por ele ontem, será encenado neste fim de semana, na Capital. O Grupo Teatral Unicórnio, que ele dirige, em parceria com a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS), apresentará, amanhã e domingo, a peça “O sapo encantado e outras histórias”.
A comédia reúne três peças curtas, que falam sobre contos de fada, folclore e a magia do circo. A peça, que já foi premiada como melhor espetáculo no XXVII Festival Sul-Mato-Grossense de Teatro em 2006, conta a história de uma princesinha que deixa cair uma bolinha de ouro no lago. Logo um sapo se prontifica a pegá-la em troca de um beijo salvador. A adaptação dos contos dos Irmãos Grimm se completa com o sapo se transformando num verdadeiro príncipe.
As outras histórias são “Sopa de pedra” e “Circo da imaginação”. Na primeira, Pedro Malasartes, conhecido personagem do folclore, anda sem rumo por esse mundão, cansado e faminto. Resolve pedir ajuda na casa de uma senhora que não se mostra muito disposta a ajudá-lo. Pedro resolve então colocar em prática a receita de uma suculenta sopa de pedra.
Em “Circo da imaginação”, o Elefante Lindinho realiza números de tirar o fôlego com a participação da plateia, terminando com uma dança que tem um final surpreendente.
As apresentações serão às 17h, no Teatro Aracy Balabanian, do Centro Cultural José Octávio Guizzo. O ingresso custa R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia) para crianças até 12 anos e estudantes com a apresentação da carteirinha. Rua 26 de Agosto, 453.

Felpuda


Os bastidores fervem com a ciumeira que vem acontecendo em alguns municípios, onde determinados candidatos estariam sendo mais prestigiados que outros depois das alianças que foram formalizadas nas convenções. As queixas só aumentam, e as lideranças partidárias já não sabem o que fazer, temendo a possibilidade de que a vitória vá para o ralo. A bronca maior está entre integrantes das chapas puras de vereadores que se coligaram na majoritária. E salve-se quem puder!