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CIDADES

Grupos ajudam novas famílias a encarar desafio

Grupos ajudam novas famílias a encarar desafio
24/05/2010 07:29 -


Grupos formados por assistentes sociais, pessoas da comunidade e pais adotivos auxiliam as pessoas que acabaram de adotar uma criança a enfrentar as dificuldades. Reuniões mensais ou semanais servem para troca de experiências e, em algumas situações, até ajudam a estimular novos casais a praticar esse gesto. Pelo menos duas cidades de Mato Grosso do Sul fazem reuniões do tipo constantemente.

Os primeiros encontros, conforme registros do Tribunal de Justiça, começaram na cidade de Coxim, no norte do estado, em 2002. A assistente social Doemia Inês Ceni Gomes foi uma das fundadoras do Grupo de Apoio à Adoção Manjedoura, que promove debates mensalmente no município. “As reuniões dão apoio psicológico a pessoas que acabaram de adotar criança e também às famílias em que há situação de risco de a criança ir para abrigo”, afirma Doemia.  
Ela contou que conheceu a experiência em Mogi das Cruzes (SP) e decidiu implantá-la em Mato Grosso do Sul.

Capital
Já em Campo Grande, as reuniões do Grupo de Estudo e Apoio à Adoção Vida acontecem todas as terceiras sextas-feiras do mês. “Reunimos pais que já adotaram e também aqueles que pretendem adotar. Eles trocam experiências e também falam da espera que tiveram, pois o processo de adoção não é tão simples”, afirma Natália Camilo, coordenadora do grupo da Capital.
Na última reunião, conforme Natália, participaram mais de 30 pessoas. “Procuramos levar sempre algum palestrante para dar mais explicações sobre adoção. Muitas pessoas pensam que é só chegar ao abrigo e escolher a criança, mas não é tão simples. Há cadastro, lista de espera e processo judicial”, afirma Natália. Ela afirma que deveriam existir mais grupos do tipo para incentivar pessoas a adotarem.

Serviço — Quem quiser saber mais informações sobre o grupo da Capital pode acessar http://geaa-vida.blogspot.com.

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.