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Guarda municipal preso com 10 kg de coca

Guarda municipal preso com 10 kg de coca
28/03/2010 00:59 -


Agentes da Polícia Federal apreenderam 10 quilos de cocaína pura em poder do guarda municipal Lauro Erivelton Galvão, durante barreira montada na BR-262, trecho entre Campo Grande e Terenos. O trabalho, que aconteceu na noite de sexta- feira, foi desenvolvido no contexto da Operação Sentinela, destinada ao reforço do policiamento na região de fronteira e em pontos de acesso, com o objetivo de prevenir e reprimir a prática de crimes como contrabando, descaminho, tráfico de drogas e armas, e ainda, evasão de divisas e imigração ilegal, entre outros. Por contra dessa ofensiva, na noite de sexta-feira, monitorando a circulação de veículos procedentes de Corumbá, fronteira com a Bolívia, os federais interceptaram o GM/Classic, conduzido por Lauro Erivelton Galvão, de 30 anos, que se identificou como guarda municipal residente em Corumbá. Já na abordagem, o proprietário do automóvel ficou bastante nervoso, entrando em contradição nas respostas dadas aos questionamentos dos policiais, especialmente quanto aos motivos e destino de sua viagem. Diante da suspeita de uma situação de tráfico de entorpecentes, os agentes da Federal resolveram conduzir Erivelton Galvão e o veículo para a sede da PF em Campo Grande. Depois de minuciosa revista, os policiais encontraram 10 quilos de cocaína distribuídos no pneu estepe e no interior da porta traseira do carro. Contratado Erivelton Galvão alegou, em seu depoimento, que fora contratado por uma pessoa em Corumbá, fronteira com a Bolívia, para transportar a droga até Campo Grande, onde a entregaria a uma pessoa não identificada, que faria contato com ele. O guarda municipal contou que receberia R$ 1 mil por quilo transportado. Ele não forneceu informações que pudessem levar a polícia ao fornecedor da cocaína, em Corumbá, ou mesmo do destinatário na Capital. Autuado em flagrante, ele foi colocado à disposição da Justiça.

Felpuda


Nos bastidores, há quem garanta que a única salvação, de quem está com a corda no pescoço, é ele aceitar ser candidato a vice-prefeito em chapa de novato no partido. Vale dizer que isso nunca teria passado por sua cabeça, uma vez que foi eleito com, digamos, “caminhão de votos”. Se aceitar a imposição, pisaria na tábua de salvação; se recusar, poderá perder o mandato. Ah, o poder!