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CIDADES

Juiz rejeita pedido de liberação de veículo utilizado por empresário

Juiz rejeita pedido de liberação de veículo utilizado por empresário
18/08/2010 07:48 -


karine cortez

O juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Carlos Alberto Garcete, acatou o parecer do Ministério Público Estadual (MPE) e indeferiu o pedido de restituição do veículo que estava com Luís Afonso Santos de Andrade, 42 anos, empresário acusado de matar a esposa e arquiteta Eliane Nogueira, 39 anos. O requerimento foi feito por Maria Noêmia dos Santos, mãe de Luís Afonso. Ela alegou que o automóvel, um Volvo, é de sua propriedade e estava apenas emprestado ao filho. Contudo, o MPE opinou pelo indeferimento do pedido, sustentando que o veículo foi objeto de perícia, cujo resultado ainda não foi concluído. Além disso, consta no relatório que não se sabe qual será o teor do interrogatório do acusado e, dependendo do que ele disser, outras perícias no carro poderão ser necessárias
O veículo foi apreendido na empresa do réu no dia 2 de julho, data em que o corpo de Eliane foi encontrado carbonizado, no interior do veículo Polo, de propriedade da arquiteta, no Bairro Tiradentes, na Capital. Luis Afonso, que está preso desde o dia do crime, teve a prisão preventiva decretada na mesma semana e hoje cumpre prisão temporária no Presídio de Trânsito de Campo Grande.

Contrário
O  delegado que apurou o caso, titular da 4ª delegacia de polícia das Moreninhas, Wellington de Oliveira, já havia dito ao Correio do Estado que era contra a liberação do veículo para a mãe do acusado. “Foi nesse carro que ele trocou de roupa depois de ter incendiado o veículo da Eliane com ela dentro. Portanto, o veículo Volvo é parte do processo e não deve ser liberado até que se conclua o caso”, havia declarado.
As investigações apontam que Luís Afonso deixou o local do crime a pé, pegou um táxi e seguiu o local próximo de onde havia estacionado o veículo Volvo, na Avenida Mato Grosso. Ainda, conforme a polícia, o réu teria trocado de roupa dentro do carro antes de chegar à empresa onde estava dormindo quando foi preso. Luís Afonso contou que estava se separando de Eliane, com quem foi casado por dois anos, e por isso passou a dormir na empresa de iluminação que era do casal.

Felpuda


Partido político está vivendo processo de autofagia cá por essas bandas. Nada de ideologia ou defesa dos interesses dos filiados. O problema, segundo os mais observadores, é que lideranças não se contentaram em ter cada uma o seu pedaço e decidiram tomar conta com exclusividade do espólio, que, aliás, é regado com cifras milionárias. A legenda deverá se transformarem uma máquina de lavar, no caso, cheia de roupas sujas. E dê-lhe!