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SAÚDE

Mamografia não diminuiria mortes por câncer de mama, diz estudo

Mamografia não diminuiria mortes por câncer de mama, diz estudo
13/02/2014 00:00 - Terra


Exames anuais não diminuem taxas de mortalidade por câncer de mama, segundo estudo feito durante 25 anos no Canadá. Pesquisadores da Universidade de Toronto acompanharam mulheres com idades entre 40 e 59 anos e descobriram que os exames não reduziram as chances de elas morrerem por causa da doença mais do que qualquer outro cuidado físico. As informações são do Daily Mail.

Segundo o estudo, 22% dos casos de câncer de mama foram detectados por mamografias tardiamente. Os estudiosos submeteram algumas mulheres a uma triagem e a cinco exames de mamografia – um por ano. As mulheres com idade entre 40 e 49 anos que não foram selecionadas receberam um exame e praticaram cuidados habituais.

​A pesquisa aconteceu durante 25 anos e, no período, 3.250 das examinadas periodicamente e 3.133 das que não passaram por análise desenvolveram câncer de mama; 500 e 505, respectivamente, morreram da doença. “A mortalidade cumulativa de câncer de mama foi semelhante entre os dois grupos”, afirmou Anthony Miller, da Universidade de Toronto.

Os resultados indicam que 22% dos casos de câncer invasivo foram sobre diagnosticados. As conclusões podem não ser aplicáveis a todos os países, apenas nos tecnicamente avançados. "Enquanto os pesquisadores acreditam que a educação, o diagnóstico precoce e um excelente atendimento clínico devem continuar, eles concluem que a mamografia anual não resulta em uma redução da mortalidade em mulheres com idades entre 40 e 59 anos”, comentou Miller.

Sally Greenbrook, diretor sênior de políticas do Breakthrough Breast Cancer, disse que no Reino Unido as mulheres com idades entre 50 e 70 anos são orientadas a triagem de mama a cada três anos, por isso a pesquisa não se aplica ao cenário. Segundo Greenbrook, a mamografia salva vidas, sim, e no Reino Unido são cerca de 1.300 por ano, de acordo com pesquisa feita em 2012.

Felpuda


Figurinha está trabalhando intensamente para tentar eleger a esposa como prefeita de município do interior.

Até aí, uma iniciativa elogiável. Uns e outros, porém, têm dito por aí que seria de bom tom ele não ensinar a ela, caso seja eleita, como tentar fraudar folha de frequência de servidores. 

Afinal, assim como ele foi flagrado em conversa a respeito com outro colega, não seria nada recomendável e poderia trazer sérias consequências. Só!