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VIOLÊNCIA

Mapeamento do MPE mostra que Capital teve 31 homicídios este ano

Mapeamento do MPE mostra que Capital teve 31 homicídios este ano
06/04/2011 00:00 - DA REDAÇÃO


Levantamento do MPE (Ministério Público Estadual) revela que Campo Grande teve 31 homicídios neste ano, dez deles na região do Anhanduizinho.

A informação é do promotor Douglas Oldegardo Cavalheiro dos Santos, que participou ontem da audiência pública “Pronasci – Segurança Pública com Cidadania”, na Assembleia Legislativa.

Por meio de números, o estudo revela que a ausência do Poder Público deixa ambientes propícios a crimes. Onde falta iluminação e outras benfeitorias, os índices de violência são maiores. O mapeamento mostra o perfil de homicidas, vítimas, locais e horários dos crimes.

A maioria dos crimes é cometida por homens de 25 a 30 anos, que ingeriram bebidas alcóolicas. As vítimas, de uma maneira geral, também são do sexo masculino com idades similares a dos autores.

"Na região Sul, tem de 250 a 300 pontos de venda de bebidas alcóolicas", disse o promotor Douglas Oldegardo Cavalheiro dos Santos. Os crimes acontecem com mais frequência à noite.

Para o promotor, os números são um importante instrumento de prevenção à violência.

Os dados estão sendo levados aos líderes de bairros para que proponham e lutem por melhorias voltadas à redução dos índices de criminalidade.

A partir do dia 30 de abril, o MPE dá início a um projeto comunitário para evitar o aumento da violência. Naquela data, a Promotoria irá ao bairro Los Angeles com um projeto piloto de conciliação.
 

Fonte: AL/MS

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!