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Morre o terceiro policial acidentado

Morre o terceiro policial acidentado
03/02/2010 07:42 -


Morreu n a ma n h ã de ontem, na Unidade de Tratamento Intensivo da Santa Casa, em Campo Grande, o cabo da Polícia Militar (PM), Oscar Castello, 55 anos. Ele é o terceiro policial a ir a óbito, dos quatro que estavam no Gol que bateu de frente com um caminhão na tarde de segunda-feira, na BR-163, em Campo Grande. Os c or p os dos c a b os Francisco Valensuela Lopes, 45 anos, e Adevaldo Alves de Oliveira, 52 anos, foram sepultados ontem em Dourados. A previsão é de que Oscar seja enterrado hoje. Ce nt e n a s d e p e s s o a s passaram pela Capela Bom Jesus, em Dourados, onde estavam sendo velados os corpos de Francisco e Adevaldo. O clima durante o velório foi de muita comoção, principalmente por parte dos colegas de trabalho das vítimas. Francisco era presidente, em Dourados, da Associação de Cabos e Soldados da PM e Bombeiros de Mato Grosso do Sul. Os outros policiais também eram da associação. O acidente aconteceu quando eles seguiam para Campo Grande. O Gol em que estavam aquaplanou e bateu no cami n hão. Com o impacto, o motor do carro de passeio foi parar a oito metros do veículo. O subtenente Nelcione Lacerda Duarte, 49 anos, que também estava no carro, continua internado na Santa Casa. Os policiais da reserva iriam integrar uma comitiva que foi para Brasília pressionar a aprovação da PEC 300, que prevê piso salarial nacional para policiais e bombeiros. Morte Rogério Antônio Nardi, 33 anos, morreu na última segunda-feira após se envolver em acidente de trânsito na BR-163, em Mundo Novo. De acordo com informações do boletim de ocorrência policial, a vítima conduzia um veículo Corolla e estava acompanhada por Terezinha Fassina Nardi, 56 anos, que sofreu ferimentos graves. O jovem teria invadido a pista contrária, colidindo frontalmente com uma carreta Scania conduzida por Helemar Hoffman, 45 anos, que saiu ileso.

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!